Re-Post: Um Coração Cheio de Estrelas, por Na Parede do Quarto
De caráter figurado, a história conta com alguns elementos que se limitam à imaginação, milagrosos, sempre fortalecendo a ideia da crença naquilo que se sonha em alcançar, podendo até mesmo ser interessante ao público infantil, apesar de não fazer parte do catálogo para os mais novos. Não faz parte, aliás, de nenhum catálogo etário, pois a mensagem que carrega consigo é universal, interessante para qualquer idade. Sem uma grande problemática e previsível, no geral, duas partes de Um Coração Cheio de Estrelas que chamaram minha atenção, entretanto, foram a introdução, que conta um caso verídico sobre um desafio vivido por Alex Rovira, impulsionador da criação do livro e emocionante de todas as formas possíveis, e o final, ao qual foram acrescidos trechos de outros autores segmentados entre os nove tipos de amor descobertos por Michel que, por razões óbvias, não compartilharei aqui.
“Perdoar é a única maneira de permitir que os outros possam ser outra coisa, isso é algo que aprendi com meu pai. Se matar um ladrão, você o condena a ser isso para sempre.”
p. 73


