Resultado da Promoção O Pão da Amizade

16º Tais R. de Morais – Campinas/SP

17º Nayá Paiva Pereira de Almeida Leitão – Garanhuns/PE

18º Glaucea Vacari Franco – Campo Grande/MS

19º Miriam T. de Mello do Amaral – Itajaí/SC

20º Danieli Nogueira – Vilhena/RO

21º Livia Mayra Prado – Sorocaba/SP

22º Thais de Paula Turesso Corrêa – Capela do Alto/SP

23º Juliana Goulart Ferreira – Palhoça/SC

24º Gabriela de Avila – São Paulo/SP

25º Lidiane Pereira de Carvalho – Bezerros/PE

26º Stella Patrícia Freire Santos – São Paulo/SP

27º Ilmara Santos Fonseca – Salvador/BA

28º Kamila Wozniak – Avaré/SP

29º Adriana Brenna Souza Gonçalves – Belém/PA

30º Andrezza Tavares de Oliveira – Petrópolis/RJ

Se você não participou e está doido para ler o livro, não tem problemas! O livro já está em pré-venda no site da Cultura – Acessem por AQUI.

Ainda não conhecem o livro? Confiram a sinopse:

Um presente anônimo conduz uma mulher a uma jornada que ela jamais poderia imaginar. Certa tarde, Júlia Evarts e Gracie, sua filha de cinco anos, chegam em casa e encontram um presente na varanda da frente: um pão da amizade com o simples bilhete “espero que você goste”. Junto, há um pacote de farinha, instruções de como fazer o pão e um pedido para que ele seja compartilhado com outras pessoas. Ainda abalada pela tragédia que a distanciou da irmã, antes sua melhor amiga, Júlia continua perdida quanto aos rumos de sua vida. Ela jogaria fora o presente anônimo mas, para alegrar Gracie, concorda em assar o pão. Quando Júlia conhece duas recém-chegadas a pequena cidade de Avalon, Illinois, ela desencadeia uma ligação ao oferecer a elas uma parte da massa. A viúva Madeline Davis está trabalhando para manter aberto o seu salão de chá, enquanto a famosa violoncelista Hannah Wang de Brisay esta numa encruzilhada, com o fim da carreira e o do casamento. Na cozinha do salão de chá de Madeline, as três mulheres firmam uma amizade que mudará suas vidas para sempre. Nao demora para que todos em Avalon estejam assando o pão em suas cozinhas. Mas este momento feliz e as novas amizades também apresentam um novo desafio: a necessidade de reencontrar a irmã e lidar com uma situação que ela preferia esquecer. O pão da amizade conta uma história espiritual e comovente sobre vida, amizade, dores e dificuldades, comida e família, mas tambem sobre a necessidade de mantermos acesa a esperança.

Últimas da Lua de Papel – Entrevista com Charlaine Harris

Feliz Dia do Amigo

A AMIZADE
Amizade é uma palavra pequenininha,
mas que nunca vem sozinha.
Ela dá sempre a mão com o conta comigo,
estou aqui,
se precisar, me chame…
Estou feliz por você,
torço por você,
se precisar de um ombro, tenho dois.
Penso em você,
gosto de você,
estou te ouvindo,
não te esqueço,
mesmo se não nos falamos todos os dias…

AMIZADE
é esse amor misterioso e gostoso do coração dividido e unificado ao mesmo tempo.
Quem pode entender que o coração possa amar tanto e tantos?
O coração de um amigo é um mapa mundi

onde cada um se encontra em algum lugar,

mas todos fazem parte do mesmo globo.
Diferentes, especiais e importantes, cada um a sua maneira.
E são nas diferenças que nos completamos,

nas desavenças que aprendemos

o perdão, a paciência e a humildade.
Ser amigo é saber aceitar que os outros não sejam iguais a gente,
Mas que os seus valores podem
enriquecer ainda mais os que temos
e amá-los apesar das diferenças,
como se ama uma rosa com espinhos,
mas não menos bela.
Sozinho não é quem não tem ninguém;
sozinho é quem não tem um amigo.
Pouco importa saber em que parte do mundo

nossos amigos se encontram

se podemos sentir na alma que dentro de nós

e dentro deles há um espaço reservado que

nada mais poderá preencher.

AMIZADE, DOCE AMIZADE…
Se somos dois, unidos seremos um elo forte.
Se somos muitos,
seremos uma corrente que nada poderá vencer.

Letícia Thompson

Na mídia – Autores e seus editores: Uma relação delicada

Depois de um Polanski e diante de uma indecisão sobre que filme trazer, Mariana Rolier, minha colega editora, sugeriu que eu comentasse essa comédia pop. O filme de hoje é “A proposta” (The proposal), mas bem poderia se chamar “O diabo lê Faulkner”, porque parece uma referência direta ao filme “O diabo veste Prada” no mundo literário. Margareth (Sandra Bullock) é a diretora editorial odiada por todos: arrogante, insensível, manipuladora… e o filme é similar em várias as passagens nas agruras que acontecem no filme sobre moda, até no fato dela ter um assistente particular (Ryan Reinolds) que tanto serve de vassalo quanto protetor e a quem cabe executar as ordens maquiavélicas.
O que me fez trazer esse filme é que ele vai tratar da relação delicada entre autor e editor e isso acontece logo no início do filme.
Margareth trabalha num grande grupo e a concorrência, portanto, é acirrada. Um de seus autores preferidos, Frank, quer viver recluso, sem dar uma única entrevista. Ela precisa que ele vá ao programa da Oprah para garantir boas vendas, mas ele se recusa há anos. Então sai com uma frase direta. “Todos os autores precisam de publicidade. Ross, Lacorte, Russel e você. Sabe o que eles têm em comum? O Pullitzer.” E aí o convence a sair da clausura, que mais parecia tentar repetir Salinger. Veja dois trechos do filme aqui.
Não estou aqui para discutir se a publicidade é boa ou ruim, pois temos exemplos de que ela seja boa para uns e péssima para outros. Philip Roth é um desses que não dá entrevistas e continua bem aceito e seus livros sempre resenhados. Nós temos Rubem Fonseca, dentre outros. Mas essas são as exceções de clausura que geram um bom efeito sobre seus textos e curiosidade.
Mas o assunto aqui é a relação autor-editor.
Minha experiência diz que qualquer relação deve ter regras claras, se possível, por escrito. No mundo profissional não há espaço para palavra. Claro, há sim, mas só naquela parte que não há como por em contrato, de modo que tudo fique engessado. E sempre que tenho de explicar cláusulas do primeiro contrato da vida de um autor, minha crença forte, que às vezes externo, é: “a gente só discute quando existe uma questão não estabelecida”. No caso de contratos de livros, hoje, quase tudo está ali. Há editoras inclusive que estabelecem número de lançamentos, quem paga viagens, número máximo de livros para promoção, imprensa, descontos para autor, etc. Ainda assim, na relação entre autor e editor há coisas que só funcionam em base de confiança e respeito, pois trabalhamos com uma matéria que não se pode estimar valor. Alguns autores entregam aos editores um livro, mesmo que escrito em quatro meses, 30, 50 anos de sua vida, em forma de experiência, pesquisas. Algo que não poderá ser contado de novo. Por outro lado, todo o trabalho de um editor e sua editora é dar ao texto do autor o tratamento que, segundo sua experiência, poderá oferecer mais oportunidades de ser apreciado pelo maior número de leitores. E, durante essa trajetória, há coisas absolutamente intangíveis, imprevisíveis.
Nessa relação é importante o respeito mútuo e que o editor seja claro quanto às possibilidades da obra. Não raro, autores acreditam que a editora possui dom de transformar algo em sucesso. Não é verdade. Claro que uma boa distribuição, campanha de marketing, imprensa e divulgação são os primeiros passos, mas é tudo o que uma editora pode oferecer a um livro (se este for o caminho, pois há livros que são produzidos para poucos e não possuem um caminho mais agressivo).
Tempos atrás o Publishnews transcreveu um artigo dos EUA que falava das obrigações de um autor e de coisas que ele precisa saber sobre o processo editorial depois que entrega o livro. Eu acabei salvando o texto para mim e passei a adaptá-lo continuamente com base em minha experiência e mercados em que atuo, com o objetivo de um dia entregar essa cartilha aos meus autores nacionais no momento em que entrego o contrato. Não o fiz ainda porque todo mundo que trabalhava comigo achou os termos muito cruéis. rsrsrs… No início… Mas quando alguns autores começaram a cobrar, a estabelecer novas prioridades, a exigir sua participação em Bienais, feiras do livro, capas de revistas, citação em matérias onde outros autores foram consultados, meus colegas pensaram que os termos que eu colocava ali, afinal de contas, não eram tão cruéis assim. Um autor que publico há alguns anos, depois de muito reclamar sobre encontrar pilhas de livros de autores concorrentes nas livrarias onde passava, ele recebeu algo que poderia chamar de uma iluminação: entendeu que, ao se tornar autor, encarava como normal quando seu livro era encontrado, mas reparava muito quando só encontrava dos concorrentes. Quando foi fazer o inverso (procurar o dos concorrentes) descobriu que a proporção de encontro e falta era quase a mesma. Fiquei feliz por ele dividir comigo essa experiência.
É importante é que o autor saiba exatamente o que cabe a ele e à editora
Por exemplo: Quando fazemos um lançamento? Quando o autor tem um número razoável de pessoas para levar e que podem comprar livros. E isso é um número de amigos, não de gente conhecida, com quem trocou o cartão com ele alguma vez na vida. E como regra se espera que alguém que convide 300 pessoas consiga levar no máximo metade. E o número de livros vendidos tem de ser superior ao valor que uma editora investe num evento.
Há ganhos indiretos com o evento de lançamento? Sim. Raras vezes, cobertura da imprensa, contatos para outras vendas e eventos, matérias etc. Em geral, apenas nota de lançamento. Em 17 anos, essa é uma cantilena que explico religiosamente a todos os meus autores nacionais. E é necessária.
Há que ser claro, firme desde o início, sem perder a ternura.
Como a publicação de um livro envolve questões emocionais, é importante que o editor seja a figura mais centrada. O autor pode agir de forma impulsiva, passional, ter crises de insegurança, mas o editor não tem o direito de agir da mesma forma. Para o autor o momento é único. Para o editor, é o trabalho cotidiano. Se alguém pode ser frágil em algum momento durante o processo é o autor. Então, em todas as oportunidades (e prevendo a possibilidade de conflito), o editor tem de deixar claro o que pode fazer, o que vai efetivamente fazer e o que o autor pode esperar. Prometer demais ou omitir algo importante nesse processo pode provocar uma cena que nunca queremos ver. Um autor que se torna um estorvo na editora. Mas é bom que se saiba. Cuidar do autor, o que não quer dizer ser tornar seu psicólogo, é tarefa do editor. Afinal, foi a ele que o texto, algo tão íntimo e pessoal, foi confiado. Então esta é uma relação de cumplicidade; às vezes, de amizade, e de equilíbrio delicado. Comparo o editor ao gerente da conta, como numa agência de publicidade. E, se for bem atendido, o autor pode ser seu cliente para onde quer que vá.
Assim, aconselho sempre a novos editores: tratem os autores sempre com respeito, entendam suas necessidades, tentem fazer com que eles fiquem sempre confortáveis nessa relação e saibam que podem contar com seu trabalho e olhar para realizar, com seus textos, o milagre esperado: fazer com que encontrem os leitores.
Isso parece uma oração? Pois é. Na seara editorial temos até um santo padroeiro dos editores (deseperados), São Jerônimo.
Até a próxima coluna! Se quiserem sugerir um tema, mandem para o meu blog: www.faroeditorial.wordpress.com. Pretendo em breve comentar o filme francês “Crimes de Autor” (Roman de Gare), estrelado por Fanny Ardant.

Saiba mais sobre a Flip – Feira Literária Internacional de Parati

Com a presença de autores mundialmente respeitados, como Julian Barnes, Don DeLillo, Eric Hobsbawm e Hanif Kureishi, a primeira Festa Literária Internacional de Paraty, realizada em 2003, inseriu o Brasil no circuito dos festivais internacionais de literatura. Ao longo de suas edições seguintes, a Flip ficou conhecida como um dos principais festivais literários do mundo, caracterizada não só pela qualidade dos autores convidados, mas também pelo entusiasmo do público e pela hospitalidade da cidade. Nos cinco dias de festa, a Flip realiza cerca de 200 eventos, que incluem debates, shows, exposições, oficinas, exibições de filmes e apresentações de escolas, entre outros, distribuídos em Flip . Programação Principal, Flip – Casa da Cultura, FlipZona e Flipinha.

Flip – Programação Principal
Composta de uma conferência de abertura e 20 mesas que reúnem para uma conversa informal convidados dos mais variados horizontes (escritores, cineastas, quadrinistas, historiadores, jornalistas e artistas plásticos, entre outros), a programação principal da Flip é realizada na Tenda dos Autores, que possui um auditório com 850 lugares. Todos os eventos contam com tradução simultânea e são transmitidos na Tenda do Telão, com capacidade para 1.400 pessoas, e ao vivo, pela internet.

Flip – Casa da Cultura
Programação paralela e complementar à principal, a Flip – Casa da Cultura ocorre na Casa da Cultura de Paraty e em outros locais da cidade. Definida pela curadoria da Flip, esta programação promove pré-estreias e exibições de filmes, leituras de peças teatrais, exposições e debates.

Flipinha

Desde 2003, a cidade de Paraty recebe anualmente o mais importante evento literário da América do Sul: a Festa Literária Internacional de Paraty – Flip. O programa educativo da Flip se tornou uma ação contínua e recebeu o nome de Flipinha. Mais do que um programa educativo, a Flipinha é um movimento de transformação para atuar na formação de leitores críticos e reflexivos, aptos a pensar e intervir no futuro de sua cidade.

O programa acontece de janeiro a dezembro com ações que envolvem alunos e professores da rede escolar pública e privada de Paraty em inúmeras atividades de incentivo à leitura e de valorização do patrimônio cultural local. Durante a Flip, a Tenda da Flipinha é o ponto de encontro das atividades realizadas ao longo do ano. Para a sua realização há um processo pedagógico participativo de incentivo à leitura e de valorização do patrimônio material e imaterial da cidade.

A Flipinha durante o ano

Ciclo de Literatura
Seminários sobre o autor homenageado do ano para os professores da rede pública e privada de ensino de Paraty.

Oficina de Ilustrações
Oficina para a comunidade caiçara sob a coordenação do ilustrador Roger Mello. Os desenhos produzidos são utilizados no material gráfico da Flipinha.

Mediadores de Leitura
Jovens que passam por uma capacitação em literatura, teatro e música proporcionam as crianças uma prática de leitura eficiente e prazerosa.

Ciranda dos Autores
Encontros dos alunos com escritores e ilustradores. Desde 2004 foram recebidos mais de 60 autores.

Flipinha no Mar
Atividades ligadas à literatura e ao patrimônio cultural no local, com o intúito de dar acesso à cultura e à literatura às comunidades mais distantes de Paraty.

FlipZona

O diretor geral da Festa Literária, Mauro Munhoz, costuma brincar que, em pouco tempo, a FLIP será apenas uma programação paralela, criada para entreter adultos, enquanto a Flipinha acontece. Para comprovar a porção de realidade contida no bem humorado comentário, a FLIP criou em 2009 a FlipZona.

Ao longo dos anos, a organização da Flipinha identificou a necessidade de criar um projeto direcionado aos jovens, que pudesse aproximá-los do universo literário. Na Flipinha de 2008, durante uma oficina de animação realizada com jovens da região, o uso das novas tecnologias na comunicação pareceu a ferramenta ideal para promover esta aproximação. É com esse conceito que a FlipZona foi idealizada. O objetivo do projeto é promover ao mesmo tempo a inclusão digital e o incentivo à leitura.

Fazem parte da programação oficinas de produção e edição de áudio e vídeo, caracterização teatral, produção de texto, animação, videogame, fotografia, debates com escritores e profissionais cuja produção mantém relações com o universo jovem, exibição de filmes, etc. Assim como a Flipinha, a FlipZona é um projeto continuado, durante todo o ano, e envolverá toda a rede de ensino de Paraty.

Visite o site da Flip 2011 e confira a PROGRAMAÇÃO COMPLETA

As chaves da perseverança na Saraiva

Participem desta noite de autógrafos inspirada e cheia de alegrias com o Padre Juarez de Castro. Além de autografar os seus livros e falar com cada convidado, ele irá fazer um pocket show  para os convidados e uma benção especial. Venham conferir.

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