Lançamentos da Lua de Papel enchem a semana de festa

Santos  e o Rio de Janeiro receberam de braços  abertos os lançamentos deste mês da Lua de Papel.

No último dia 23, o público santista lotou a Saraiva para prestigiar Miguel Falabella e o seu Vivendo em Voz Alta e ontem, dia 28, a Livraria da Travessa do Shopping Leblon teve sua loja visitada pelo Anjos de Mirna A . G R Zich e seus leitores, inclusive com a ilustre presença da jornalista Glória Maria.

Confiram as fotos:

Palestra com Marcos Silvestre no Rio de Janeiro

Os anjos sobrevoam o Rio de Janeiro

Vivendo em voz alta agita a noite carioca

Vivendo em Voz Alta, em sua noite de lançamento, agitou a noite carioca. Todo mundo estava lá para conferir o lançamento do livro de Miguel Falabella, lançado pela Lua de Papel. Confira algumas das notícias que saíram desta noite maravilhosa:

Revista Quem

Claudio Andrade/Revista Quem
Miguel Falabella realizou a noite de autógrados do livro  ”Vivendo em Voz Alta” em uma livraria do Leblon, no Rio de Janeiro, nesta terça-feira (19). A obra é uma coletânia de crônicas que ele escreveu para o jornal “O Globo” e a revista “Isto É”. “Eu nem tinha todas elas guardadas, uma fã que guardou e me salvou. Não fui eu que escolhi as que foram publicadas, e sim a editora”, explicou.

O ator, autor e diretor conta que teve a ideia de montar um audiobook e colocar atores para ler. “Como tenho vários amigos na classe (artística), não teria problema. Ele diz que em casa folheia de Agatha Christie a grandes romances. “Leio desde cedo, agradeço a meus pais por isso”. Falando em família, Miguel afirmou que pensa em escrever um romance sobre sua tia bisavó italiana, que foi morta pelo ex-marido em 1912. “Mas pretendo dar nomes fictícios.”

Sobre a próxima novela das 19 horas, ele diz que já temGrazi MassaferaGiovanna AntonelliClaudia JimenezRicardo Pereira no elenco. ”Já escrevo para minha turma, já sei como vai funcionar”. Um diferencial da trama é que será narrada pelo próprio Miguel.  O autor garante que sabe logo de cara como transformar o que pensa. “Quando vou escrever, sempre que vem a ideia, já sei se será novela, crônica ou peça.”

O Fuxico

Miguel Falabella lança seu segundo livro, no Rio

O escritor, que está preparando sua próxima novela das 19h, ‘Um Mundo Melhor’, recebe amigos no evento

Miguel Falabella lança seu segundo livro, no Rio - Ag.News

Miguel Falabella recebeu convidados no lançamento de seu segundo livro de crônicas, Vivendo Em Voz Alta, na Livraria Argumento, no bairro do Leblon, na Zona Sul do Rio de Janeiro, nesta terça-feira (19). A obra reúne os textos publicados  nos últimos 10 anos no jornal O Dia e na revista Isto É.

Sorridente, o ator, diretor e roteirista, posou para os fotógrafos e recebeu o amigo Bruno Chateaubriand no evento. O primeiro livro de crônicas publicado por Miguel foi o Pequenas Alegrias – lançado em 1993 – que reunia textos publicados na colunaCoração Urbano, do jornal O Globo.

Vale lembrar que Miguel está escrevendo sua próxima novela das 19h da Globo, Um Mundo Melhor.

Galeria de Fotos:

Confira os sites Ego e o Portal Caras

E também confiram a resportagem do Vídeo Show


Viver em Voz Alta chega agora em Santos

Lançamento de Vivendo em Voz Alta no Rio de Janeiro

Na mídia – Quanto vale a Indústria do Livro

Brasil está em 11º lugar na pesquisa “Global Publishing Market”

“A indústria do livro sempre achou que pouco contribuia para a economia, mas isso é um erro”, disse Jens Bammel, secretário geral da International Publishers Association (IPA) durante a apresentação da pesquisa “Global Publishing Market” na manhã desta quarta-feira (13), na Feira do Livro de Londres. Se somadas, as vendas (em euros) das outras indústrias criativas, como música (18,2 bi), filmes (17,9 bi) e jogos (32,5 bi), não chegam ao total do mercado editorial, avaliado em 80 bi de euros. Mas os dados devem ser olhados com cautela, alerta o coordenador da pesquisa Rüediger Wischenbart, da empresa Content and Consulting, já que esta é uma versão preliminar do que ele espera que seja o mais completo mapa da indústria do livro.

Bammel fez um apelo aos editores e pediu o comprometimento de todos e transparência no fornecimento de dados. Para esta primeira versão, foram consultadas associações, imprensa especializada e outras estatísticas de 50 países.

“A indústria do livro é de longe a maior indústria criativa”, disse Wischenbart, que avaliou o faturamento das editoras e o tamanho do mercado consumidor. Mais para frente o relatório será mais detalhado, com informações sobre as exportações e importações.

Os maiores mercados são, nesta ordem: Estados Unidos, Alemanha, China, Japão, Reino Unido, França, Itália, Índia, Espanha, Coreia, Brasil, Rússia, Austrália, Canadá, Polônia e Taiwan. Os dados não são padronizados, o que dificulta a análise. Editoras americanas faturam 16 bilhões de euros e o mercado é estimado em mais de 24 bilhões de euros. Lá, são editados ou reeditados 939 títulos para cada um milhão de pessoas. A Alemanha, que vem logo atrás, tem um faturamento bem mais modesto (4,3 bi de euros), mas um números maior de títulos para cada um milhão de habitantes (1.138). Na Coreia, que antecede o Brasil na lista dos 16 maiores mercados, as editoras faturam 1,4 bi de euros enquanto as brasileiras registraram faturamento de 1,3 bi de euros. O que impressiona é o disparate entre o número de novas edições e reedições. São 1.628 na Coreia (o maior registro do relatório) contra 271 no Brasil. Em número de títulos, a Índia, 8º lugar na lista, fica na lanterna, com 87 para cada um milhão de pessoas.

Na América Latina, Wischenbart destacou a Argentina como um mercado maduro e um país mais alfabetizado e o Brasil como um país dinâmico. No entanto, a região fica quase insignificante quando comparada, por exemplo, com a indústria do livro da Espanha. “Planeta, Santillana e Mondadori, juntas, equivalem à metade do mercado latino-americano”, disse o coordenador da pesquisa.

O desafio agora é coletar e validar os dados de todos os mercados expressivos. A pesquisa “Global Publishing Market” é uma iniciativa da International Publishers Association (IPA), com apoio da London Book Fair e da Book Expo America.

Fonte: PublishNews

Novas mídias, novo conteúdo

Para prender a atenção dos leitores jovens, professor de Surrey sugere uma ficção curta, rápida e inteligente

Uma das frases mais repetidas nos debates da Feira do Livro de Londres é que você tem que dar o que o seu leitor quer, no formato que ele precisa. E para atrair novos (e jovens) leitores, a ficção terá de se reinventar. É isso o que pensa o conferencista do departamento de inglês da Universidade de Surrey, David Ashford. Ele participou do painel “E-books e o usuário: na biblioteca, no desktop e nos leitores digitais” e disse que a nova ficção deve ser curta, rápida e inteligente. Para ele, contos e novelas se encaixam mais no perfil dos adolescentes, mas que se for inevitável escrever um grande romance, que os autores e editores considerem dividi-lo em volumes.

Nada mais lógico que a Lua de Papel estar nesta conceituada feira, em busca de novidades para os nossos leitores. Representada pelo nosso editor Pedro Almeida, estamos buscando excelentes  títulos  e com qualidade para o público brasileiro, que cada vez mais sabe o que quer.

Em breve, aguardem mais novidades!

Fonte: Publish News

Lançamento do livro Anjos

Divulgação de Anjos – Lançamento da Lua de Papel

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