Novas histórias para todos neste 2011

Encerra-se mais um ano de nossas vidas…

Retiramos mais um livro da gaveta com folhas claras e limpas, esperando para serem escritas. Vamos começar a escrever nas páginas de 2011 novas histórias e conquistas feitas de alegria, tristezas e felicidades. Agradecemos a todos os que passaram por nossa vida e  fizeram parte deste livro que se encerrou cheio de coisas ótimas.

Vocês que já partilharam nossas histórias, neste novo livro sua presença é essencial! Com certeza sempre teremos novidades e ideias geniais para escrever nestas novas páginas que representam os novos dias.

Logo estaremos de volta, com novas figuras, novos sorrisos, letras com cores alegres e efeitos melhores. Com a qualidade de vocês merecem, sempre!

Feliz Novo Ano!

Ana Carolina se diverte durante lançamento de livro

Elisa Lucinda lançou Parem de Falar Mal da Rotina, no Rio de Janeiro

Ana Carolina

Ana Carolina se divertiu durante o lançamento de um livro, nesta terça-feira (14/12/2010). A cantora estava escoltada por um segurança extremamente grande durante o evento.

Elisa Lucinda lançou Parem de Falar Mal da Rotina na Livraria da Travessa, em Ipanema, no Rio de Janeiro.

Ana Carolina escoltada pelos seguranças

Fonte: Contigo

Na mídia – Dr.House ganha livro de autoajuda

Saiba como triunfar na vida com Dr. House

Divulgação / Lua de Papel

Comprar livros de autoajuda para se tornar uma pessoa melhor e agradável está fora de moda. O que faz sucesso entre as mulheres e homens é ser cada vez mais irônico, amargo e até arrogante. O novo herói é parecido com o médico azedo e estrela do seriado House, vivida por Hugh Laurie. Sua brutalidade no trato com as pessoas, inclusive com seus pacientes, e seu jeito antissocial virou exemplo de como triunfar na vida com muito mal humor. O guia do jornalista Toni de La Torre, Dr. House: Um Guia Para a Vida - Como Triunfar com Humor e Ironia (Lua de Papel), dá dicas de como se tornar cada dia mais infeliz, e ao mesmo tempo conquistar a admiração de homens e mulheres. A obra dá conselhos preciosos inspirados no Dr. House para quem também deseja virar uma pessoa solitária. “Ao considerar a sua própria opinião como a única válida, você ficará imediatamente sozinho, abandonado e, ao mesmo tempo, será único, preso à sua crença de como o mundo deveria funcionar, e profunda e injustamente incompreendido. Se conseguir alcançar um verdadeiro sentimento de isolamento e incompreensão, a amargura que tanto anseia estará assegurada, pois se encontrará lutando sozinho contra o mundo, sendo a única pessoa capaz de ver a realidade.” Com várias referências ao seriado, o livro fica ainda mais engraçado quando fala das relações que o médico estabelece com os outros personagens. O guia ainda ensina como ser infeliz no amor depois de levar um chute, como conquistar as mulheres dando uma de “homem magoado” e também como não aceitar ordens dos seus superiores. Quase no final do livro, você ainda relembra frases inesquecíveis do Dr. House: “[A um familiar, antes de falar com uma paciente.] Dr. House: Importa-se de esperar lá fora por um momento? Familiar: Por quê? Dr. House: Porque você me irrita.” Mesmo para quem não conhece a série ou é um otimista por natureza o livro de autoajuda pode produzir bons resultados. É que no final das contas, as atitudes necessárias para se tornar uma pessoa amarga, não são absurdas, e muitas delas todo mundo já faz. Como não ouvir a opinião de outras pessoas, por exemplo. Dessa forma, o que é um conselho para se tornar cada vez mais infeliz vira uma forma de autoajuda às avessas. Quem não quer a amargura de House, pode justamente não fazer nada do que o livro ensina e, assim, atingir a felicidade. Mas é claro que House nem ligaria para o que você pensa, ainda mais se discorda dele. Como o rabugento personagem costuma dizer, “as suas opiniões não dão bons resultados; aconselho a usar as minhas”.

house-poster A série House transformou o médico ranzinza no herói do mal humor (Foto: Divulgação)

Fonte: R7

Neste Natal, presenteie com livros

Sônia Jardim, Presidente do Instituto Pró-Livro escreve sobre o ato de presentear (com livros)

Acabo de ouvir que mais de um milhão de pessoas estiveram em apenas um dia numa rua comercial de São Paulo para fazer compras. Os shoppings de todo o país estão abarrotados de gente e já penso duas vezes para sair de casa.  O calor escaldante, a correria descomunal – é Natal. Mas, por que presenteamos as pessoas nos aniversários e datas especiais? De onde surgiu isto?

Considerando que para os cristãos o Natal lembra o nascimento de Jesus Cristo, pode-se considerar que fomos inspirados pelos três reis magos que levaram seus melhores presentes para o menino Jesus.

Continuo minha pesquisa e vejo que o hábito de presentear vem bem antes de Cristo. De acordo com os antropólogos norte-americanos Ralph e Adelin Linton, em sua obra The Lore of Birthdays, aniversários merecem comemorações desde o Egito antigo (por volta de 3000 a.C) e só os faraós tinham essa honra. Os gregos adotaram deles a prática elitista e passaram a festejar mensalmente o aniversário dos deuses. Com o tempo, o costume foi se estendendo para os plebeus. Os romanos copiaram a ideia e a comemoração entrou para o calendário anual deles. Os festejos eram chamados Dies natalis, mas destinavam-se apenas ao imperador, sua família e aos membros do Senado Romano. Nos primórdios do Cristianismo, o costume foi abolido. Os cristãos, perseguidos, achavam que não havia motivo nenhum para festejar o nascimento. Foi só no século IV que a Igreja começou a celebrar o nascimento de Cristo, ressurgindo o hábito de se festejar aniversários com bolo, música e presentes.

O que não é do meu conhecimento é se algum antropólogo já analisou porque as pessoas resistem em presentear com livros. A segunda edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, promovida pelo Instituto Pró-Livro, revelou que 85% dos entrevistados não leitores, nunca foram presenteados com livros. É como se tivessem tirado dessas pessoas a oportunidade de sonhar, de viajar em mundos desconhecidos, em terras nunca visitadas.

O comentário de Clarice Lispector ilustra bem os efeitos da boa leitura sobre as pessoas: “Guimarães Rosa me disse uma coisa que jamais esquecerei, tão feliz me senti na hora. Disse que me lia não para a literatura, mas para a vida”.

Ao longo dos séculos e até hoje vários pensadores, filósofos e formadores de opinião expressam sua ligação, seu amor e sua dependência da leitura. “Sempre imaginei que o paraíso fosse uma espécie de livraria”, falou  o escritor e ensaísta argentino Jorge Luiz Borges. Já Bill Gates, o pai da tecnologia acessível a todos, comentou: “Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever – inclusive a sua própria história.”

Cabe a nós dar o primeiro passo. Independente se foram os egípicios, os romanos  ou os cristãos que começaram com o hábito de comemorar e de presentear, se percebe que uma coisa é unânime: se doava o que era de mais precioso. E não há tesouro maior do que levar cultura às pessoas, de ensinar-lhes a ter prazer de viajar enquanto se lê, e a ver o mundo de novas maneiras. No momento em que só se fala em e-book, cabe dizer que o livro em qualquer formato, papel ou digital, tem efeitos especiais muito mais avançados do que os filmes de Hollywood, já que durante a leitura usamos a mais alta tecnologia de ponta: a nossa imaginação.

Que neste natal possamos ousar presentear com livros e que eles gerem muito assunto para debater e discutir tornando as relações familiares e pessoais cada vez mais fortes. Faço minhas as palavras do escritor inglês Joseph Addison: “A leitura é para o intelecto o que o exercício é para o corpo”.  Feliz Natal.

Fonte – PublishNews

Na mídia: Charlaine Harris sai em 2011

A Editora Lua de Papel acaba de comprar os direitos  de publicação da nova série da escritora americana Charlaine Harris, autora do best seller True Blood.

Harper Conelly também teve seus direitos vendidos para a rede CBS e será dirigida pelo cineasta Oliver Stone. Na mesma linha de romance paranormal, a personagem que dá nome a série tem o dom de sentir os mortos – e fatura com isso: encontra cadáveres de pessoas desaparecidas em troca de pagamento, embora ponha sua vida em risco.

O livro inaugural da série sai no Brasil já no primeiro semestre de 2011.

Fonte: Folha de São Paulo

Lançamento de Parem de Falar Mal da Rotina em São Paulo

Para quem esperava ansioso as fotos de Parem de Falar Mal da Rotina em São Paulo, na Livraria Cultura do Bourbon Shopping. Seguem as fotos do evento. Espero que gostem. Logo postaremos as do lançamento no Rio de Janeiro.

Entrevista de Marcos Silvestre no Ribeirão S.A.

Durante a sua passagem por Ribeirão Preto, o autor Marcos Silvestre de 12 Meses para enriquecer, fez uma excelente entrevista no programa destinado ao mercado financeiro Ribeirão S.A. Confiram!

Convite de Elisa Lucinda

Meus amigos,

Finalmente aterrissamos. Foi tudo muito bem e já desembarcamos em São Paulo dia 08  para o lançamento do Parem de Falar Mal da Rotina na Livraria Cultura de lá. Foi bonito. Creiam-me, algumas pessoas levavam pilhas e eu lá autografando pra  avó, pro neto, pro Pai, filho, amigo oculto e amante.  Agora a conversa é aqui no Rio , em Vitória e a programação da semana promete. Vamos direto à agenda:

Dia 14 às 19:00h – Lançamento do Livro “Parem” na Livraria da Travessa – Ipanema

Dia 15 às 20:00h – Lançamento Popular – Peça + Livro- (preço único –R$40,00)

Dia 18 às 15:00h -  Lançamento  do livro do Parem  no Espírito Santo – Capital Steak House – 1º piso do Shopping  Praia da Costa em Vila Velha.

Bem, fiquem com minha crônica da semana e a gente se vê nos lançamentos. Não quero influenciar ninguém, mas um amigo meu, diretor de uma grande empresa, quer comprar duzentos para presentear de Ano Novo para que o indivíduo realmente renasça novo em 2011. Adorei!  Que beleza!

Carta à minha Terra capixaba- segunda parte

Mãe, escrevo esta num tempo em que voê sabe, as noticias voam e daqui de Lisboa  onde agora estou, sei que O parem de falar mal da rotina em versão livro já é  o segundo mais vendido no Rio  de Janeiro, só perdendo para  o Tropa de elite dois. Bela noticia , né? Isso é para que curtas bem as dimensões de seu fruto, Terra querida. Deixei Madrid  com menos cinco graus. Puta que pariu(falo assim par quebrar qualquer glamour que a frase possa carregar e também porque é mesmo assim que se ofende um frio que corta  e gripa uma pessoa criada no sol da Praia da Costa, Jacaraípe, Barra do Jucu, Manguinhos e  no Reino de Itaúnas Aliás,confesso que está me agradando e à muitos, propagar aos sete ventos  suas belezas . Mãe, você acredita que teve um fã bôbo, lá no Rio, que me parou pra dizer: eu vi a  sua propaganda do  Espírito Santo,o que  aconteceu lá? Acharam petróleo? Porque aquela terra não tem nada”. Meus olhos perderam a possibilidade de paz e , como dois fuzis, perfilados às minhas palavras ,dispararam:Esta campanha é para acabar com a IGNORÂNCIA! Disse a palavra em caixa alta mesmo,pra melhor castigar o perguntador.Mãe, em terra lusa repetimos a dose: falamos para líderes sindicais, cuja organização tem mesmo parado o país. O Jair Meneguelli, hoje presidente do conselho do SESI, foi ousado em trazer para os trabalhadores do Brasil e da Europa esta discussão.E não o fez sozinho , estavam lá  a Laís Abramo da OIT, e Márcia Ustra dos Direitos Humanos  ,Denise  Motta da CUT e a nossa doce  Thaís Faria costurando estratégias desde o Brasil. Até agora a classe trabalhadora  era especialista  em economia e direito trabalhista e órfã do exercício dos direitos humanos. Meneguelli apresentou seu projeto Vira Vida que tira esse meninos e meninos da rede de prostituição e lhes dá abrigo, estudo, profissionalização e emprego.Um negócio revolucionário que o Brasil todo deve entrar no site do Sesi  para mais saber. Em minha apresentação   disse que era um erro excluirmos as vitimas de famílias ricas serem excluídas do debate. Afinal , essas sim, têm seu grito abafado pela grana e posições sociais que não deixam jamais que venham à tona os delitos. Quando o tarado é conde, senador, banqueiro, alto empresário, a criança é medicada, recebe seu psiquiatra  seu bilhete para uma viagem longe  e não se fala mais nisso. Quem sai no jornal é o tarado desdentado, não o rei. Depois esta criança cresce e não raro, é agora ela quem viola outras e está ,normalmente na cabeça das grandes redes de pedofilia e prostituição infantil que , internacionalmente , vão desde de o aliciamento até o tráfego de pequenos virgens de sete, oito, nove  e dez anos , que valem mais. São oferecidos em espetáculos de estupros ao vivo com platéias viciadas em leilões de mercadoria infantil. É chocante, mas é verdade. É quando a realidade humilha as crueldades da ficção. Mãe, quando eu falei  aquele poema meu sobre as meninas de rua, a platéia desmoronou de vez. Só se ouvia o fungar dos narizes.

Mas  se queriam, ao me convidar, que a emoção poética desse conta do tema, foi feito, mãe, e fiz direitinho, a senhora precisava ver. Para fechar com chave de ouro, Geovana  Pires, além de me assessorar nas performances, fez comigo um recital na casa Fernando Pessoa, a convite do Itamaraty e organizado pela embaixada brasileira. Foi lindo, mãe. Geo falou “Dobrada a modo do Porto” e público delirou. Os portugueses disseram nunca terem visto o Pessoa sendo dito com tanta alegria,  informalidade e” sentimentos tão soltos”, para usar as palavras deles.Achei mesmo que ficarias orgulhosa de saber tanta coisa linda de sua filha , que afinal, não é mais nem menos que uma parte de você , espalhada pelo mundo. Escrever esta carta é devolver e agradecer seus ensinamentos .  Afinal ,se saí de casa há vinte e quatro anos,  e sofro tanta saudade de ti, foi para que de mim um dia você se orgulhasse, mãezinha amada. E se, às  minhas casas no mundo não faltaram  coentro ,nem moqueca, tão pouco panela de barro  e siri, é porque meu coração, minha terra amada, nunca saiu daí.  Beijos de sua filha que tanto  te ama  e te quer assim, cada vez mais bonita como estás agora.. Lucindinha.

Amanhã teremos lançamento no Rio de Janeiro

O lançamento de Parem de Falar Mal da Rotina de Elisa Lucinda será amanhã será no Rio de Janeiro, na Livraria da Travessa, onde ela irá receber os fãs e leitores e autografar seus livros.

Contamos com a presença de todos!

Um livro em braille sem páginas perfuradas

Acaba de ser enviado a escolas, bibliotecas e instituições educacionais, um livro em braille diferente. Adélia cozinheira, que lança a Coleção Adélia, é o primeiro título 100% inclusivo. Isso porque permite a leitura simultânea de crianças com e sem deficiência visual, já que o livro não tem suas páginas perfuradas pelo método tradicional. O trabalho é o resultado da união entre as pesquisas da designer gráfica Wanda Gomes, da concepção literária da escritora Lia Zatz e das ilustrações da artista plástica Luise Weiss. Utilizando o mesmo sistema do braille (com as letras resultando da combinação entre seis pontos), o novo processo diferencia-se por não furar o papel, permitindo a edição de grandes tiragens e em conjunto com a impressão offset, o que garante ao material maior durabilidade e a possibilidade de unir o braille a cores e texturas.
Dessa forma, o novo sistema de impressão, denominado Braille.BR, é fator preponderante na democratização do acesso aos meios culturais e de inclusão social, já que elimina o isolamento a que as crianças com deficiências visuais são submetidas na maioria das escolas.

Responsável pelo texto, Lia Zatz utiliza uma retórica simples e direta, abordando por meio de assuntos ligados à autonomia, independência e relacionamentos, temas importantes das atividades diárias do universo infantil.

Em Adélia cozinheira, a menina Adélia exercita sua independência preparando o café da manhã para fazer uma surpresa aos seus pais, que ainda dormem. Utilizando aromas, relevos e texturas, as contrastantes e coloridas ilustrações de Luise Weiss andam lado a lado com o texto, cumprindo de forma rica a função da informação, seja através do traço solto e diferenciado daquele comumente encontrado na literatura infantil, seja através da aplicação extremamente cuidadosa das cores.

O nome da personagem foi inspirado em Adélia Sigaud que aprendeu braille com José Álvares de Azevedo, que havia estudado seis anos em Paris. Adélia Sigaud, cega, filha do Dr. Xavier Sigaud, médico francês que esteve a serviço da corte de D.Pedro II, foi a primeira mulher brasileira a dominar o sistema braille, tornando-se mais tarde grande estudiosa do assunto.

A coleção Adélia, fruto de ampla pesquisa de conteúdo e forma, é adequada tanto para quem é totalmente cego como para quem tem visão subnormal ou normal. O objetivo da publicação é atingir o público infantil de 3 a 10 anos, incluindo crianças com deficiência visual com grau de limitação de 10 a 100%. No Brasil, estima-se que existam 1,2 milhões de pessoas cegas e quatro milhões com algum tipo de deficiência visual.

Projeto gráfico

A impressão Braille.BR é sobreposta e não prejudica a qualidade da impressão normal em offset. A leitura da primeira não interfere na segunda e vice-versa, e por essa razão é 100% inclusiva. A durabilidade é indeterminada e os pontos não cedem à leitura/pressão dos dedos, como na impressão convencional do sistema braille. Além disso, a qualidade visual não é prejudicada, já que o novo sistema de impressão não rompe o papel e não causa baixo relevo no verso da folha.

Mas o projeto gráfico de Wanda Gomes não se resume à aplicação do inovador sistema de impressão braille; todos os elementos gráficos do livro foram trabalhados de forma a enriquecê-lo nos três aspectos da percepção humana: visual, tátil e olfativa. Assim, o aproveitamento da obra assume alto nível qualitativo convidando todas as crianças à imaginação e à experimentação.

Os caracteres foram ampliados e a fonte foi escolhida com base em estudos e pesquisas realizadas por estudiosos e profissionais em design de tipos para crianças.

A publicação traz em suas páginas ilustrações com brilho, textura e relevo, aplicados por meio do processo de impressão serigráfica, a partir de fotolitos especialmente confeccionados para produzirem características especiais e variadas sobre as ilustrações de Luise Weiss. Além disso, conta com a aplicação de dois aromas em forma de microcápsulas, conferindo aos objetos representados maior capacidade de aguçar os sentidos da criança.

Considerando as necessidades específicas dos deficientes visuais, o design utiliza-se ainda de cores fortes e contrastes, com o intuito de favorecer a leitura e oferecer a maior qualidade de percepção visual possível.

Lei Rouanet

Adélia cozinheira recebeu incentivo para produção de três mil livros da IBM Brasil, através do benefício da Lei Rouanet, do Ministério da Cultura. A tiragem foi doada a bibliotecas públicas e instituições de ensino. A tiragem comercial está em fase de captação de recursos e tem valor estimado de R$ 65. O sistema de impressão Braille.BR contou com apoio técnico da empresa Efeito Visual Serigrafia, gráfica especializada em alto relevo, que desenvolveu a tinta exclusiva e realizou numerosos testes de impressão e leitura, necessários ao completo desenvolvimento do projeto.

Fonte: Publish News

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