Penitenciários recebem oficinas de leitura

Detentos e agentes penitenciários de Catanduvas (PR) começam a receber amanhã (25 de novembro) capacitação em leitura dentro do projeto “Uma janela para o mundo – Leitura nas prisões”, uma parceria dos ministérios da Cultura, Educação, Justiça e Desenvolvimento Agrário, Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN) e Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). O Ministério da Cultura, através do Programa Mais Cultura, investiu R$ 160 mil no projeto com a doação de oito pontos de leitura nas quatro penitenciárias federais: Porto Velho (RO), Mossoró (RN), Campo Grande (MS) e Catanduvas (PR).

Agora as penitenciárias que receberam o acervo do MinC e o do Programa de Bibliotecas Rurais “Arca das Letras”, do MDA, passam pela a capacitação.

Esta é a segunda capacitação – a primeira ocorreu em Porto Velho (RO) – , que segue para Mossoró (RN), dias 2 e 3 de dezembro, e Campo Grande (MS) dias 9 e 10 de dezembro. A oficina será feira por consultores da Unesco, buscando sensibilizar detentos e agentes penitenciários para a importância da leitura. Um dos temas do encontro é a coletânea “O pequeno livro das grandes emoções”, elaborada pela própria Unesco especificamente para leitores adultos e jovens em formação. A equipe de tratamento penitenciário dará continuidade ao trabalho iniciado, tornando a atividade de capacitação permanente.

Cada ponto de leitura doado pelo MinC é composto por um acervo de 650 obras – exemplares de literatura brasileira, estrangeira, infantil e juvenil, DVD’s, enciclopédias, entre outros – computador e impressora. Além do acervo do Ministério da Cultura, as penitenciárias receberam também obras do Programa de Bibliotecas Rurais  “Arca das Letras”, do MDA. Os acervos foram ampliados com doações de familiares dos internos e por instituições parceiras, o que propiciou acesso a variados títulos e o interesse crescente da comunidade interna pela leitura.

Fonte – Blog do Galeno

Entrevista com Jacob Petry

Pesquisador brasileiro, radicado nos EUA, aponta erros cruciais responsáveis pela frustração pessoal e profissional da maioria das pessoas. Jacob Pétry organizou quatro anos de pesquisas em “O Óbvio que Ignoramos”, obra que trata resgata o comportamento humano e auxilia as pessoas a organizar suas vidas.

Qual é o fator óbvio mais problemático que a maioria das pessoas ignora?
Apontaria três coisas. Primeiramente, a maioria de nós não tem a mínima ideia sobre quem realmente é; depois, nós não somos quem pensamos ser; e, ainda, nossa liberdade, por não sabermos quem somos, é muito mais limitada do que acreditamos.

Explique.
Se eu te perguntar quanto é dois mais dois, você dirá, sem hesitar, que é quatro. Você sabe isso de forma clara. Porém, se te perguntar: quem é você? O que acontecerá? Você falará qualquer coisa como seu nome, sua profissão etc. Nós, pelo menos a grande maioria de nós, não temos ideia sobre quem, realmente, somos. Lidamos, no dia a dia, com um desconhecido, um estranho. Isso afeta tudo que fizemos. Cria insegurança, medo, desânimo e imprevisibilidade. Emoções que nos impedem de expressar nossa liberdade.

Qual é o primeiro passo para obter sucesso?
Descobrir onde estão seus pontos fortes e investir neles, aprimorá-los com técnica, conhecimento e prática. E isso serve tanto para empresas como para pessoas.

O que é um ponto forte?
Ponto forte é a área onde está nosso talento, nosso interesse espontâneo, nossa curiosidade natural, ou seja: nossa paixão. É a área onde temos a capacidade de desenvolver certa atividade com uma facilidade maior do que a de nossos pares. Todos têm essa capacidade em certa área, mas poucos a exploram.

Você diz que ignoramos nosso talento. Por quê?
Basicamente, por dois motivos específicos: Primeiro, por atuarmos com incrível facilidade na área em que está nosso talento, pensamos que todo mundo é capaz de fazer a mesma coisa, como a mesma facilidade com que nós fazemos, e assim, ignoramos nossa excepcionalidade. Nos enganamos. Não é assim que funciona. O que é fácil para você pode ser extremamente complicado para mim.  Além disso, o ambiente no qual crescemos, como a escola, por exemplo, raramente estimulam o desenvolvimento do nosso potencial.

Qual o problema com a escola? Por que ela não estimula o potencial dos alunos?
Há uma inversão de valores. Suponha que você é muito bom em matemática, mas tem dificuldade em gramática, onde você será orientado a manter o foco? Tanto pais como professores lhe forçarão a se focar na gramática, seu ponto fraco. Você até terá aulas de reforço em gramática. O que acontece? Você melhora em seu ponto fraco e atrofia seu ponto forte. No final, tudo que você atinge é um nível médio em tudo. O sistema de ensino, do jeito como está operando, é uma grande fábrica de mediocridade.

Qual seria, em sua opinião, o verdadeiro papel do sistema de ensino?
Além da função normal, que em grande parte é cumprida, é fundamental que a escola ajude o aluno a encontrar seu potencial e encaminhá-lo para uma área em que esse potencial possa ser desenvolvido. É nisso que estamos falhando.

Outro conceito abordado no seu livro é o que você chama de “Síndrome do Excesso de Oportunidades”. O que é isso?
É a teoria de que, ao contrário do que pensamos, o maior responsável pela mediocridade na vida das pessoas e empresas não é a falta de oportunidades, mas seu excesso. O mundo oferece tantas possibilidades e opções que é muito simples passar a vida inteira saltando de uma opção para outra, sem atingir nada; ou mesmo, ficar paralisado e não optar por nenhuma em específico.

Como saída, você propõe o Conceito Kelleher. O que é isso?
O Conceito Kelleher surgiu de uma citação de Herbert Kelleher, sócio-fundador da Southwest Airlines. Perguntado certa vez sobre o segredo do sucesso da Southwest, Kelleher disse que era capaz de ensinar qualquer pessoa a administrar a sua empresa em 30 segundos. “Tudo que é preciso saber é que somos a companhia aérea que oferece as tarifas mais baixas do mercado”, ele disse. “Uma vez que a pessoa sabe isso, ela está pronta para tomar qualquer decisão pela empresa”, concluiu. Ou seja: se uma decisão vai de encontro à missão da empresa, ela será levada em consideração, ao contrário, não. O Conceito Kelleher, entretanto, é a definição de um propósito específico necessário para qualquer empreendimento pessoal e profissional que servirá de guia, de base, para nossas decisões e escolhas.

Segundo o livro, esse propósito deve ser estabelecido sobre a Lei da Tripla Convergência. O que é essa lei?
Para construir um propósito que reflita o núcleo de nossas habilidades, precisamos encontrar o ponto de convergência da resposta de três questões: onde está nosso talento? Dentro desse talento, onde está nossa paixão? E como podemos transformar essa paixão em renda? Seguir a Lei da Tripla Convergência é encontrar o ponto exato onde talento, paixão e renda convergem. Se o Conceito Kelleher é o propósito que servirá de guia para nossas decisões, precisamos ter certeza de que esse propósito está estabelecido sobre o que possuímos de melhor: nossos pontos fortes.  A Lei da Tripla Convergência nos dará essa certeza.

A Lei da Tripla Convergência também se aplica as empresas? Como?
No livro exemplifico essa questão analisando o histórico de três grandes empresas concorrentes americanas: Walmart, Target e Sears. Analiso, com detalhes, os critérios que cada uma usa para disputar um nicho de mercado específico dentro do mesmo setor. A resposta está numa questão chave: ter muito claro porque um cliente deva procurar a minha empresa e não a concorrente. Ou seja: qual é a singularidade da minha empresa? Onde está minha especialidade? Se eu tenho um escritório de advocacia, um salão de beleza, ou uma loja de móveis, a pergunta permanece a mesma, e a resposta inevitavelmente nos levará a Lei da Tripla Convergência. Vai se sair melhor quem possui a estrutura da sua especialidade sobre seu talento e sua paixão e consegue transformá-la em renda.

O que são as três regras da primeira milha?
Mesmo as pessoas que estabelecem seu propósito sobre a Lei da Tripla Convergência têm uma grande tendência de desistir antes de obter os primeiros resultados. O talento, ainda em estado bruto, muitas vezes não está tão evidente, e acabamos abrindo mão dos nossos sonhos. As três regras da primeira milha – crie imunidade à rejeição, entenda o paradoxo da apatia e evite o erro da racionalização –, mostra, através de exemplos como Gisele Bündchen, Stallone e Einstein, uma forma superar essa fase e  sobreviver a esse período crítico.

Fale sobre a Lição de Delfos?
Não há como desenvolver os processos que citei até aqui, se você não tem ideia de quem você é, ou se você possui uma ideia equivocada sobre você mesmo. A maioria de nós cria uma imagem mental, por isso abstrata e irreal, sobre quem somos. Essa imagem é feita de opiniões, rótulos, conceitos e idéias que as outras pessoas, ao longo da nossa infância, manifestaram sobre nós. Não somos essa imagem. A lição de Delfos é uma análise que oferece a possibilidade de desconstruir essa imagem e descobrir quem verdadeiramente somos. Remover essa imagem mental é a única forma de resgatar nossa autenticidade. Isso nos liberta do medo e da insegurança, princípios sobre os quais está o fundamento da nossa mediocridade.

Você afirma que nem sempre as crianças mais inteligentes são as que alcançam melhores resultados na vida. Por que isso acontece?
Eu chamo isso de o paradoxo da inteligência. Ou seja: o que define os resultados na vida não é o seu nível de inteligência, mas a compreensão que você tem sobre o que é a inteligência. Esse é um dos mitos sobre o sucesso que afeta negativamente um número extraordinário de pessoas. Por isso, no livro, dedico um capítulo inteiro sobre o tema.

Por que, mesmo quando colecionamos erros, é tão difícil mudar ou cumprir nossas metas de mudança?
Para entender isso, é preciso insistir nesse ponto: a maioria de nós não possui liberdade necessária para fazer escolhas. Ou seja, temos a vontade de mudar, mas não temos a capacidade de satisfazer essa vontade. Superficialmente nos comprometemos com mudança, mas, ultimamente, aquilo que persevera, que decide de fato e faz as escolhas por nós é um padrão mental feito das nossas convicções mais profundas. Estabelece-se, dessa forma, uma divisão entre nossos desejos e nossa capacidade. Essa dualidade cria um vácuo de frustração resultante da impotência que temos sobre nós mesmos. Isso ocorre cada vez que nos propomos a uma dieta e não resistimos ao primeiro pote de sobremesa que aparece a nossa frente. Para se libertar dessa impotência, precisamos mudar a compreensão que temos sobre nós mesmos. Passar a observar nossos padrões mentais, compreendê-los, aceitá-los. Esse comportamento nos abrirá a possibilidade de transformação.

Você também aborda nossa relação com o tempo. Como isso nos afeta na busca do sucesso?
Nós temos uma tendência de criar uma história sobre tudo o que acontece conosco. Essa tendência vem da nossa necessidade de compreensão. Para compreender determinado fenômeno, precisamos encontrar uma causa, algo que possa ser considerado responsável por determinado efeito. Estocamos essas histórias que criamos, com suas causas, em nossa memória, e as usamos cada vez que achamos necessário justificar algum fenômeno no presente. Se você perguntar para alguém, por exemplo, “por que não concluiu a faculdade?”, ele logo virá com uma narrativa, com uma história para a qual ele atribuirá a causa por não ter concluído a faculdade. Quase sempre essas causas são irreais, invenções, racionalizações que usamos para justificar e suportar o fracasso. Precisamos ter mais cautela com nosso ímpeto de confundir um fato real, que aconteceu no passado, com a história que mantemos viva sobre esse fato, e que é irreal, no presente. Precisamos aprender a substituir a narrativa do passado com uma declaração sobre o futuro. A narrativa perpetua o passado, a declaração, transforma o futuro.
*Essa entrevista está autorizada a ser publicada, em parte ou inteira, por qualquer meio de comunicação. Everton Maciel.

Elisa Lucinda no GloboNews

A atriz, escritora e cantora Elisa Lucinda falou no Globo News em Pauta sobre o lançamento do seu livro “Parem de Falar Mal da Rotina”, versão literária do espetáculo teatral que já foi assistido por mais de um milhão de espectadores. O livro chega às livrarias esta semana. Para Elisa, a obra foi uma surpresa e uma grande alegria, já que, ao longo dos anos com o espetáculo, ela não esperava que conquistar um público tão grande nem que a peça viraria livro.

Elisa também é Fundadora da Casa Poema, onde ensina interpretação teatral de poemas para crianças, jovens e adultos. Com o projeto “Poesia é aula”, que acontece há cerca de quatro anos, ela faz um importante resgate da poesia em escolas públicas, por meio de oficinas para jovens e professores das periferias do Rio de Janeiro, Espírito Santo e de outros estados. Elisa está gravando o filme “A Última Estação”, do diretor Márcio Curi, e também um novo CD para 2011, “Estação Trem”.

Vejam o link da entrevista no site da Globo.Com

Saiu na mídia – Fórmula do sucesso está no óbvio, dizem especialistas

A carioca Juliana Alves começou a fazer balé aos 3 anos de idade. Já na adolescência, sem dinheiro para pagar cursos de atuação, fez teatro amador. Passou a realizar trabalhos sociais em uma ONG e viu na psicologia um plano B caso a carreira artística, seu sonho, não se firmasse como único ganha-pão, mas nunca tirou o foco do objetivo.

Hoje, aos 28 anos, menos de um ano após deixar a voluptuosa Suellen de “Caminho das Índias” (2009), dá vida a outra personagem global, a Clotilde de “Ti-ti-ti”. Ela poderia ter usado a origem humilde como justificativa para qualquer possível fracasso. Mas insistiu no sonho e o alcançou. Por isso, Juliana está entre as poucas pessoas, de acordo com a teoria do filósofo brasileiro radicado nos EUA Jacob Pétry, que chegam ao sucesso, mesmo entre obstáculos, por terem habilidades raras e determinantes para o êxito em qualquer área da vida.

“Não basta talento, educação, dinheiro e sorte. Só vence quem persevera no ponto forte e não perde tempo e energia nos problemas. Mas é claro que empatia, humildade e integridade contam”, afirma Pétry, que reuniu estas e outras dicas no livro “O Óbvio que Ignoramos” (Ed. Lua de Papel), após analisar biografia de personalidades de sucesso, como Gisele Bündchen e Silvester Stallone.

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Conheçam um pouco mais sobre “Parem de falar mal da Rotina”

Para você que deseja saber um pouco mais deste  lançamento da Lua de Papel, que com certeza será um sucesso, nada melhor do que a própria autora falar um pouco, não acham?

Vejam então o vídeo que  preparamos para os nossos leitores com Elisa Lucinda falando sobre sua obra:

Editora Lua de Papel com 2 livros na lista da Veja


Este final de semana, a Lua de Papel teve dois livros seus constando na lista dos mais vendidos da Veja!

O efeito sombra continua na lista em mais uma semana consecutiva, ocupando o 7º lugar dos livros de Autoajuda e Esoterismo. E esta semana o lançamento 12 meses para para enriquecer de Marcos Silvestre entrou no mesmo ranking, ocupando o 10º lugar.

Agradecemos aos nossos leitores por mais esta conquista!

Fonte – Veja Online

Parem de falar mal da Rotina acaba de chegar da gráfica!

Chegou nas minhas mãos o livro de Elisa Lucinda, Parem de falar mal da Rotina, com a qualidade da Lua de Papel que vocês tanto gostam!

Nem vou ficar falando o quanto ficou linda esta edição, vou deixar que vocês mesmo vejam! E para quem quer conhecer um pouco do livro, veja o pimeiro capítulo AQUI.

Pequenas Grandes Ações – Meninos de rua trocam drogas por livros

Garotos de rua divulgam literatura em projeto de Porto Alegre

Antes de receber a 56ª Feira do Livro de Porto Alegre, os organizadores já sabiam que precisavam acertar as contas com os donos da praça da Alfândega, no centro da cidade. Na última década, os meninos de rua deixaram de ser vistos como uma ameaça e suas vidas ganharam uma chance de mudar com a literatura.

Sem lar, fugidos da escola ou simplesmente perambulando pelo centro nos horários livres, as crianças pobres que vagavam na feira eram perseguidas pela polícia. No ano 2000, poucos programas atendiam menores de idade nessa situação em Porto Alegre. Eles andavam pelos corredores das barracas fazendo algazarra e incomodando os visitantes. Muitos usavam drogas.

Insatisfeita com a exclusão dos moradores de rua, a coordenadora da programação infantil, Sônia Zanchetta, criou o projeto Asteroide. Primeiro teve de ensinar que a Brigada Militar não podia hostilizar os meninos como marginais. “Até o rio Guaíba, que é poluído, quando tu vês tem um menino dentro”, brinca a coordenadora. Ao menos 70 deles já foram atendidos em 2010. As crianlas poderiam participar do projeto com uma condição — ficando longe das drogas.

Disciplinar os menores abandonados ganhou esforços para obter alimentação, roupas e higiene – já que a “mulecada” suja e faminta agredia os olhos do público. Ajudaram grandes empresas até pequenos negócios como a lavanderia Chuá e o pipoqueiro seu Zé.

Alguns alunos de escolas estavam tendo conflito de horário para visitar o evento e as professoras passaram a controlar a passagem, em vez de reclamar das fugas. Por isso, há dois anos, a Escola Municipal Porto Alegre, maior centros de assistência na região, com 150 jovens, firmou uma parceria com a programação da feira.

Glauber Fernando, 22, no sexto ano supletivo, descobriu a feira aos 12 e está há 10 anos no Asteroide. Desde os nove foi parar nas ruas. Sua primeira noite foi em uma saída de ventilação — o bafo quente — de um ar condicionado junto com outros rapazes. “Só não fiquei nos trilhos do trem porque dá choque”, lembra ele.

Fonte: Folha de São Paulo

Mais uma surpresa acabou de chegar da Gráfica – Dr.House Um guia para a vida

Vejam as primeiras fotos do lançamento deste mês da Lua de Papel, Dr House – Um guia para a vida, que acabou de chegar da gráfica. Espero que vocês gostem!

E para quem quiser dar uma espiadinha, dê uma olhada em trecho do livro AQUI.

Saiu na mídia – 12 meses para enriquecer na Você S/A

Enriqueça em um ano

Livro mostra dicas práticas para quem quer usar melhor o dinheiro

Quanto você desembolsaria todo mês para comprar uma mesma televisão: 350 ou 399 reais? Certamente o valor menor, não é mesmo?! Mas na prática muita gente não age assim. O livro “12 Meses Para Enriquecer de Verdade – O plano da virada” (Editora Lua de Papel), chegou às livrarias  e o autor Marcos Silvestre, consultor financeiro e economista, mostra como as escolhas influenciam no sucesso ou fracasso das finanças.
Quem vai comprar uma televisão de 4 800 reais e aplica 350 reais na poupança acumula 4 320 reais em 12 meses. Com a grana em mãos, dá para conseguir um desconto de 10% e desembolsar 4 320 reais pelo aparelho, uma economia de 480 reais. Por outro lado, quem compra à prazo, em 12 parcelas de 399 reais, paga 4 800 reais pelo produto, sem o desconto e a rentabilidade oferecida pela poupança. “Não há uma fórmula mágica de enriquecimento da noite para o dia, mas ao longo de 12 meses o leitor pode estar em um novo patamar financeiro, basta fazer mudanças que estão ao alcance”, diz Marcos.

Fonte: Você S/A

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