Category: livros

Re-Post: Um Coração Cheio de Estrelas, por Na Parede do Quarto

“Com uma temática cândida, em poucas páginas e numa linguagem simples, Alex Rovira e Francesc Miralles escreveram em Um Coração Cheio de Estrelas uma fábula dos vários significados do amor e, especialmente, de como esse sentimento tão nobre está ligado à esperança em nossas vidas. Desde o começo, nota-se uma antítese entre o comportamento dos cidadãos de Selonsville e o de Michel, todos fadados a uma desgraça nacional, mas ele tão ingênuo e contente com o pouco que tem, com cada momento ao lado de Erin. Também, num inverno muito longo, a ideia fria de tristeza, contrariada pelo calor de quem ainda é capaz de amar e sorrir.

De caráter figurado, a história conta com alguns elementos que se limitam à imaginação, milagrosos, sempre fortalecendo a ideia da crença naquilo que se sonha em alcançar, podendo até mesmo ser interessante ao público infantil, apesar de não fazer parte do catálogo para os mais novos. Não faz parte, aliás, de nenhum catálogo etário, pois a mensagem que carrega consigo é universal, interessante para qualquer idade. Sem uma grande problemática e previsível, no geral, duas partes de Um Coração Cheio de Estrelas que chamaram minha atenção, entretanto, foram a introdução, que conta um caso verídico sobre um desafio vivido por Alex Rovira, impulsionador da criação do livro e emocionante de todas as formas possíveis, e o final, ao qual foram acrescidos trechos de outros autores segmentados entre os nove tipos de amor descobertos por Michel que, por razões óbvias, não compartilharei aqui.

“Perdoar é a única maneira de permitir que os outros possam ser outra coisa, isso é algo que aprendi com meu pai. Se matar um ladrão, você o condena a ser isso para sempre.”

p. 73

Trata-se, acima de tudo, de uma leitura simples, daquelas que se fazem numa hora intermediária entre o descanso e o trabalho, deixando, sem grandes dificuldades, um sorriso sincero no rosto de seu leitor ao final.”
Re-Post do Blog Na Parede do Quarto
Este é um espaço dedicado à divulgação do trabalho do Blog Parceiro.

Acontece – Charlaine Harris no WV Book Festival 2012

Os fãs de literatura sobrenatural já podem comemorar: os organizadores do WV Book Festival confirmaram a participação da autora Charlaine Harris na próxima edição do evento, que acontece em Outubro deste ano. Harris foi a primeira atração a ser divulgada do festival, que reuniu cerca de sete mil pessoas no ano passado.

A escritora, conhecida pela obra que deu origem a série de TV True Blood, também é responsável por outro sucesso, lançado recentemente pela Lua de Papel, a saga Harper Connelly Mysteries. Os livros, inclusive, já estão sendo adaptados para a televisão pelo diretor de cinema Ridley Scott.

Saiba mais sobre Surpresa do Além

“Surpresa do Além”, segundo volume da saga de Charlaine Harris, autora de True Blood, chega às livrarias em fevereiro

O primeiro volume da coleção Harper Connelly Mysteries, Visão do Além, já vendeu mais de 40 mil exemplares no Brasil desde o seu lançamento

“− Senhorita Connelly, estamos ansiosos para ver a sua demonstração – o doutor Nunley falou, praticamente rindo na minha cara. Com o braço, ele fez um elaborado gesto que englobava as lápides. Os estudantes não pareciam ansiosos. Pareciam estar congelando, entediados ou levemente curiosos.”

Depois de encerradas as investigações em Sarne e da retirada das acusações de envolvimento num triplo homicídio, Harper e seu meio irmão Tolliver estavam de malas prontas para o próximo trabalho. Dessa vez apenas uma demonstração para alunos de antropologia de uma universidade em Memphis. Harper já estava preparada para chegar ao cemitério mais antigo da cidade, analisar uma ou duas sepulturas e chocar os estudantes céticos.  Bom, era o que ela planejava, mas os mortos também podem nos surpreender.

Chega às livrarias em fevereiro o segundo livro da série Harper Connelly Mysteries, “Surpresa do Além”, romance de Charlaine Harris – criadora dos livros que inspiraram o seriado True Blood. O primeiro volume, “Visão do Além”, lançado em 2011 no Brasil pela editora Lua de Papel, já vendeu mais de 40 mil exemplares e sua adaptação para a televisão está prevista para 2012, com direção de Ridley Scott.

Harper Conelly era uma garota comum até ser atingida por um raio e desenvolver um estranho dom, ela pode sentir os mortos. Desde então, ela e seu meio irmão Tolliver cruzam os Estados Unidos para encontrar corpos de pessoas desaparecidas. Afinal, as pessoas merecem saber a verdade sobre a morte de seus entes queridos.

Em Memphis tudo estava sob controle, parecia ser o primeiro trabalho – em anos – em que ela e Tolliver não teriam que fugir da cidade ou de um bando de cidadãos enfurecidos. Parecia…

Ao participar de uma aula-laboratório para a turma de antropologia do Sr. Clyde Nunley – enquanto identificava mortos que estavam naquele cemitério há séculos: alguns morreram por ferimentos de bala, outros pela Peste Negra, escorbuto, infecções e até gripe espanhola -, Harper encontrou uma cova em que, além de seu proprietário original, estava o corpo de uma garota. E o mais estranho era que ela e Tolliver haviam sido contratados, há dois anos, para encontrar essa menina, em Nashville.

Habituados a situações em que eles geralmente são incriminados, Harper e Tolliver se preparavam para horas de interrogatório, perseguições, prisões e tudo o mais que o FBI desejasse até Harper encontrar outro corpo, no mesmo cemitério e na mesma cova.

Afinal, por que o assassino estava colocando esses corpos lá para que Harper os encontrasse?

“Charlaine produz horror com um toque de irreverência. Uma delícia para os leitores.” – Revista Veja

“Com um humor sagaz e direto, este livro deve tornar Harper tão famosa quanto Sookie Stackhouse.” – Publishers Weekly

“Harris tem o grande talento de penetrar em seus personagens e torná-los incrivelmente reais.” – The Denver Post

“Uma série que simplesmente supera todas as outras de Charlaine.” – Booklist

Ficha Técnica

Título: Surpresa do Além

Autor: Charlaine Harris

Formato: 16 x 23 cm

Nº de páginas: 256

Preço: R$ 29,90

Sobre a autora

Charlaine Harris é autora de diversos best-sellers do The New York Times e foi a 4ª autora no mundo a alcançar 1 milhão de livros vendidos para o Kindle. Detentora de inúmeros prêmios, sua série Sookie Stackhouse inspirou o aclamado seriado da HBO True Blood, que estreou em setembro de 2008. Harper Connelly também começa a ser produzida para a TV, tendo Ridley Scott (de Gladiador, Hannibal e Blade Runner) à frente da direção. Charlaine é casada e mãe de três filhos. Ela mora em uma pequena cidade no sul do Arkansas e, quando não está escrevendo seus livros, lê compulsivamente, rodeada por cães que resgatou das ruas.

Folha de São Paulo divulga o livro Influencie!

De forma bem humorada e lúdica, o jornal Folha de São Paulo conseguiu explicar o livro Influencie, publicado pela Lua de Papel. Confiram:

Lançamento – Os 10 erros mais comuns na educação das crianças

“Os 10 erros mais comuns na educação de crianças” surpreende pais e educadores ao rever conceitos consagrados

AUTORES REVELAM OS RESULTADOS DAS PESQUISAS MAIS RECENTES SOBRE CRIANÇAS E ADOLESCENTES

E se alguém dissesse que mentir pode ser uma característica positiva da infância? Ou que discutir na frente dos filhos pode ser útil em sua formação e que elogiar uma criança pode levá-la ao fracasso?

Os jornalistas americanos Po Bronson e Ashley Merryman vasculharam as mais recentes pesquisas no campo do desenvolvimento infantil para escrever “Os 10 erros mais comuns na educação de crianças – por que tudo o que acreditávamos está errado”, que chega ao Brasil em março, editado pela Lua de Papel.

Usando uma pioneira combinação de psicologia comportamental e neurociência, os premiados jornalistas produziram uma inovadora leitura que irá mudar a maneira como os pais interagem com seus filhos de forma definitiva, demonstrando que, por anos, as melhores intenções estavam baseadas em grandes equívocos. O livro explora insights lógicos e provocativos que terão grande relevância para pais e filhos. O resultado surpreende por revisitar alguns conceitos amplamente disseminados entre pais e educadores, como por exemplo, a importância do elogio, a função da mentira e a necessidade de sono.

Sempre ansiosos por acertar e fazer o melhor trabalho possível, pais muitas vezes adotam rapidamente comportamentos anunciados como os melhores para educação de seus filhos. Não raro, educadores incorrem no mesmo erro, igualmente bem intencionados. Assim, o resultado de pesquisas e testes acaba adotado como verdade sem que haja tempo suficiente para que se percebam nuances e mesmo falhas.

Os casos apresentados no livro fazem parte da preocupação de todos os pais e mães, como por exemplo, os autores demonstram como o uso de CDs e vídeos educativos não produzem grande desenvolvimento de linguagem e vocabulário; e que crianças com pais liberais costumam ser tão agressivas na escola quanto as que possuem pais distantes. A obra trata também de temas como convívio social, como lidar com diferenças, brigas entre irmãos, desobediência, competição infantil, a influência do sono e muito mais.

“Os 10 erros mais comuns na educação de crianças – por que tudo o que acreditávamos está errado” é um livro inovador, desafiante, que questiona valores que com o passar do tempo, tornaram-se senso comum e por isso, vêm sendo repetidos sem o devido questionamento.

Ficha Técnica

Título: Os 10 erros mais comuns na educação de crianças – por que tudo o que acreditávamos está errado

Autor: Po Bronson e Ashley Merryman

Formato: 16 x 23 cm

Páginas: 230

Preço: 29,90

Sobre os autores

Po Bronson, 45, jornalista especializado em educação, é casado e vive com a família em São Francisco. Publicou cinco livros que foram traduzidos para 18 idiomas. Com frequência, promove palestras em escolas e comunidades sobre temas presentes em seus artigos e trabalhos relacionados à educação.

Ashley Merryman, 41, mora em Los Angeles aonde conduz um programa de atividades para crianças. É bacharel em Belas Artes pela Southern California School of Cinematic Arts e doutora em Ciências Jurídicas pela Universidade de Georgetown Law Center; além de comentarista de programas de televisão e rádio de grande audiência em todo o país.

Coloque seu parceiro sob terapia de casal sem que ele perceba

EXPERIÊNCIA DO REALITY SHOW TOOL ACADEMY” É TRANSFORMADA EM LIVRO QUE SERÁ LANÇADO EM FEVEREIRO

“O conceito essencial é este: se você disser ao seu homem que deseja que ele mude, ele vai se recusar. Se, entretanto, você compreende e, secretamente aplica nele as técnicas terapêuticas, em poucas semanas você perceberá as mudanças”

Ela conta entusiasmada o seu dia para ele. Ele a ouve enquanto mexe no celular e resmunga, quase sem olhar para ela. Ela fecha a cara e ele não sabe o que aconteceu. Essa situação parece familiar?

Um relacionamento baseado em carinho, amor e respeito também pode ter os seus problemas, mas só as mulheres sabem que convencer os homens a trabalhar a relação é uma missão praticamente impossível. Quando as mulheres reclamam, muitos acham que estão exagerando.  Discutir a relação é normalmente uma tortura para os homens. Terapia, eles não topam. Mas e se, sem eles desconfiarem, as mulheres conseguissem transformar os homens das suas vidas nos homens dos seus sonhos?

A editora Lua de Papel, selo do grupo LeYa, lança em fevereiro o livro “Como dar um gás seu relacionamento”, um guia para ajudar os casais a manter a harmonia contínua na relação, escrito por Trina Dolenz, a famosa terapeuta de casais do reality show “Tool Academy”.

Poucos homens são naturalmente sensíveis aos detalhes que importam às mulheres e precisam ser orientados, mas sem achar que estão sendo cobrados. E quem melhor do que a parceira para ministrar uma terapia secreta com ele? O segredo de “Como dar um gás no seu relacionamento” é que ele não saiba que na verdade, vocês estão trabalhando juntos na relação.

Descrevendo tipos de casais, seus principais problemas e exemplificando com casos e histórias vivenciados no reality show, o livro consegue ser um fiel aliado para toda mulher, que discretamente, vai conseguir obter mudanças relevantes no namoro.

Baseando-se no que acontece por trás das câmeras do programa, em uma verdadeira terapia de casais, Trina Dolenz consegue passar conselhos e exercícios fáceis de colocar em prática diariamente. E o melhor, para ele vai parecer um dia normal, mas ela sabe que por trás de cada diálogo, sorriso e elogio, estarão os exercícios dinâmicos de comunicação, argumentação positiva e todo um acervo de técnicas visando a conexão mais profunda e harmonia na relação.

Ficha técnica

Título: Como dar um gás no seu relacionamento

Autor: Trina Dolenz

Formato: 16×23

Páginas: 240

Preço: R$ 29,90

Sobre a autora:

Quando se trata de enfrentar as reviravoltas de um relacionamento complicado, é sempre bom poder contar com a ajuda de uma terapeuta experiente. Todas as semanas, Trina Dolenz pratica sua terapia de casais no reality show Tool Academy, grande sucesso do canal VH1, ajudando casais metidos em confusão. Neste livro, Trina proporciona às leitoras a capacidade de transformar seus companheiros e seus relacionamentos. Nascida na Inglaterra, atualmente a autora mora em Los Angeles/Eua.

Na mídia – Livro de negócios é considerado a grande aposta editorial

Livro mostra por que algumas ideias e produtos se espalham de modo contagioso

Em um disputado leilão realizado no final de 2011, a Lua de Papel, selo do grupo Leya Brasil, superou as editoras concorrentes e adquiriu os direitos de publicação de Contagious, livro que é capaz de ser tornar um bestseller comparável a Inteligência emocionalFreakonomics.

O autor Jonah Berger é um jovem e brilhante professor de marketing da conceituada Wharton School, da Universidade da Pensilvânia, a mais antiga escola de administração do mundo, reconhecida pelo seu grande rigor acadêmico.

Apesar de ser um autor ainda só publicado no meio acadêmico, suas ideias inovadoras e originais já repercutiram em publicações de grande prestígio e influência como os jornais New York TimesWall Street Journal e a revista The Economist.

Em Contagious (Contagioso), Berger estuda como os produtos, as ideias e os comportamentos se popularizam, e analisa a maneira pela qual a tomada de decisão individual e a dinâmica da sociedade geram resultados coletivos e tendências sociais. Além disso, investiga por que determinados produtos obtêm mais boca a boca do que outros e por que determinados conteúdos on-line se tornam virais.

O livro será publicado em 2013  com lançamento simultâneo nos EUA e no Brasil.

Veja como ganhar Um coração cheio de estrelas

Um garoto órfão tem chances de perder sua melhor amiga para um sono do qual a menina pode nunca mais acordar. Nem mesmo os médicos sabem o que fazer para trazê-la de volta.

“Um Coração Cheio de Estrelas” acompanha a jornada deste garoto, criada a partir de uma experiência real de um dos autores.Desesperado por não poder ajudá-la, o menino encontra uma velha sábia que o orienta a procurar por nove diferentes tipos de amor puro presentes no ser humano.

Lançado este mês pelo selo Lua de Papel, da editora LeYa, o livro mostra como encontrar o amor em cada um de nós.

A Livraria da Folha dará três exemplares aos autores da melhor resposta para a pergunta “Qual o segredo do amor?”.

Para participar, é preciso “curtir” a página da Livraria da Folha no Facebook. Depois, é só comentar a nota com a sua resposta. O prazo é até 22h da próxima quinta (2). Na sexta-feira (3), divulgaremos o resultado com o nome dos vencedores do concurso.

Leia o regulamento


Dicas essenciais de Ninguém enriquece por acaso

Conheça alguns tópicos essenciais que o livro Ninguém enriquece por acaso do Jacob Pétry, lançado pela Lua de Papel, mostra para o leitor.


1. A ideia central sobre quem somos

Todos nós temos uma convicção, uma ideia central sobre quem somos. Essa ideia central é resultado daquilo que digerimos silenciosamente ao longo da nossa vida. Ela se forma a partir daquilo que assimilamos, dos livros que lemos, das experiências que vivemos, das pessoas com as quais nos relacionamos, e assim por diante. Os resultados que obtemos na vida sempre estarão em harmonia com a ideia que temos sobre nós. Para mudar os resultados, temos que mudar a ideia que temos sobre nós.

2. Propósito definido

Ao contrário do que muitas vezes se pensa, o ser humano possui livre-arbítrio. Para exercê-lo em escala maior, primeiro é preciso definir um propósito, decidir o que queremos da vida. Depois precisamos acreditar que isso é possível. E – por mais estranho que isso possa parecer – precisamos acreditar que merecemos o que buscamos. A partir daí, precisamos nos focar nisso. Pensar nesse propósito, criar estratégias e táticas para alcançar esse propósito.

3. Mente aberta e mudança

O autor explica como todos nós precisamos de regras, normas ou padrões para reduzir os fatos e assim, poder sujeitá-los a nossa compreensão. Quanto mais complexa a informação, maior será nossa necessidade de reduzir essa informação, e mais simplista essa redução será. De acordo com Pétry, toda interpretação que fizemos ou a forma como justificamos as circunstâncias a nossa volta tem a mesma função: poupar-nos do novo, da complexidade, do esforço da construção de uma nova compreensão, de romper os velhos padrões mentais que possuímos. Isso explica porque é tão difícil mudar. Ou seja, mudar, requer uma mente aberta para aceitar o novo, o esforço para quebrar velhos padrões e criar novas possibilidades. Sem uma mente aberta, avanços significativos são impossíveis.

4. Monólogo interior

O que costumamos dizer quando falamos com nós mesmos? Como explicamos o sucesso ou o fracasso de outras pessoas? O que costumamos dizer sobre nossa própria situação? Para o autor, essas respostas dizem muito sobre os resultados que obtemos na vida. “Essa forma de avaliar e julgar o mundo cria um padrão que se torna o eixo através do qual giram nossas atitudes”, ele escreve. Para mudar, segundo o autor, é preciso criar uma consciência sobre nossa forma de pensar. Ou seja: precisamos aprender a pensar sobre o que pensamos.

5. Confundir os fatos com a opinião que temos sobre os fatos

O autor nos mostra como é crucial saber diferenciar “o fato em si” da “opinião que criamos sobre esse fato”. Segundo Pétry, temos uma necessidade quase incontrolável de reduzir tudo o que acontece conosco a ponto de conseguir enquadrar esses acontecimentos à nossa compreensão. Esse hábito faz com que nossa interpretação do mundo seja limitada. Ao invés de expandir nossa compreensão com as experiências da vida, reduzimos as experiências da vida a nossa compreensão. “A opinião sempre é uma interpretação da realidade, e não a realidade em si. Quando confundimos a realidade com a opinião que temos da realidade, nos desviamos da própria realidade.”, ele escreve.

7. Memória Implícita

Nossas convicções, que compõe o que o autor chama de memória implícita, sabotam e bloqueiam nosso poder de escolha. O autor nos diz que nosso estado presente é a manifestação física das nossas convicções. Se quisermos mudar os resultados, precisamos mudar nossas convicções. Essa é a única forma possível de mudança.

8. Vida e condição de vida

O autor nos orienta a separar nossa “vida” da nossa “condição de vida”. Vida é nosso eu mais profundo e, condição de vida, são as circunstâncias que envolvem esse “eu” num determinado momento. Segundo o autor, temos uma tendência de mesclar os dois, e isso nos impede de agir sobre a condição e mudá-la. Por exemplo: para uma pessoa que não tem dinheiro para pagar o aluguel, muitas vezes, a tendência é confundir essa situação com sua própria identidade, e ao invés de agir sobre essa condição, a pessoa foge dela, escondendo-se, para preservar sua identidade. Ela se sente fracassada como um todo, em função de uma condição isolada e temporária.

9. Poder de escolha e responsabilidade

Essa talvez seja a parte do livro mais polêmica e difícil de aceitar, mas ao mesmo tempo, parece ser a mais importante. Nós realmente somos livres para escolher nosso destino? Ao contrário de inúmeros filósofos e autores contemporâneos, Pétry, através de exemplos práticos, nos diz que sim: nós temos poder de escolha sobre nossas ações. Essa afirmação cria outro problema: se temos o poder de escolha, isso quer dizer que escolhemos as condições de vida em que nos encontramos? Pétry também diz que sim. Porém, ele explica que nossas escolhas acontecem de duas formas: automática ou voluntária. Quando não temos consciência sobre esse processo, nossas escolhas sempre são feitas pelos nossos padrões mentais, nesse caso, nossa escolha é uma reação padronizada que ocorre inconscientemente. Uma vez que nos tornamos conscientes desse processo, podemos assumir o poder sobre nossas escolhas e fazê-las voluntariamente, de acordo com nosso propósito. Isso nos leva para um terceiro problema: o da responsabilidade. Se nós escolhemos nosso destino, então somos responsáveis pelos nossos resultados. Se admitirmos isso, admitimos, por consequência, que temos condições de mudar e construir os resultados que quisermos.

10. Descobrir nossa paixão

Quando você desenvolver sua paixão irá notar que não haverá mais competitividade externa. A única coisa com a qual você terá que competir será você mesmo. Quando isso acontecer, diz o autor, verá que ninguém poderá derrotá-lo, exceto você mesmo. É exatamente isso que Pétry defende: nós somos nossos maiores inimigos.

11. Diferença entre emprego, carreira e vocação

Quando uma pessoa tem um emprego, trabalha pelo salário, desenvolve uma atividade pelo dinheiro. Carreira é um emprego com metas, objetivos e propósito. Numa carreira, o trabalho ainda é motivado pela remuneração, mas outros fatores como ambição, status e poder também a estimulam. Vocação, ao contrário, é atender um chamado interior. É descobrir e desenvolver nossos pontos fortes. Segundo o autor, uma pessoa pode tornar-se competente em quase tudo, mas ela não pode se tornar genial fora da área onde está seu talento natural. Ninguém consegue atingir a genialidade num emprego ou numa carreira. “É possível ter um emprego ou uma carreira medíocre. Mas não é possível ser medíocre quando se atua sobre o talento natural”, ele escreve.

12. Os cinco níveis da genialidade

Segundo o autor, todos nós temos uma genialidade que podemos desenvolver.

Profissional competente – Aprimorou um tipo de atividade com experiência, prática e conhecimento, mas ignorou seu talento.

Profissional de sucesso – É um profissional competente que estabeleceu sua atividade sobre seu talento, paixão e renda.

Líder – É um profissional de sucesso que aprimorou técnicas de relacionamento e possui uma posição ideológica definida e outras pessoas o seguem por interesse ideológico.

Mestre – É um líder que lidera com exemplos. Está sempre em busca da verdade. Suas ações influenciam e inspiram outras pessoas, que o seguem por dedicação autêntica.

Gênio – É um mestre com uma causa específica. As pessoas não apenas o seguem, mas tem um desejo autêntico de participar e contribuir com sua causa.

13. O poder da percepção

Pétry também nos ensina como nossa mente se relaciona com o passado, presente e futuro. Isso é muito importante porque, segundo o autor, o passado, composto pelas convicções e crenças, quase sempre se impõe sobre nossas escolhas do presente e influencia nossos resultados futuros. O autor mostra como podemos nos libertar do passado e projetar o futuro no presente. O presente é uma repetição do passado e o futuro será uma repetição do presente. Ele nos mostra como quebrar esse ciclo e projetar o futuro no presente sem a influência negativa dos eventos do passado.

15. Poder da Visualização

O autor diz que temos três fatores: memória(passado), percepção(presente) e visualização(futuro).  De todas elas, a visualização é a mais importante e a menos praticada.

16. Diferença entre visualização e fantasia

Muitos de nós temos a ideia de que desejar algo com certa intensidade é o mesmo que visualização. Queremos impor certo otimismo diante das situações mais difíceis, mas nos esquecemos da árdua tarefa de encarar o que o autor chama de “a realidade dos fatos”. Queremos mudar, mas não queremos agir. Queremos vencer, mas não queremos lutar, sofrer e nos expor a riscos. Esse é um erro muito comum. Como também é um erro comum confundir o que deveria ser um propósito definido, com nossas vagas fantasias. Ignoramos a diferença crucial que separa os dois.

17 – Quatro motivos pelos quais fantasiamos

Quando fantasiamos, ignoramos todas as evidências e acreditamos naquilo que queremos acreditar. Fantasiar ou desejar coisas melhores fora da consistência de nossa realidade é uma atividade inútil e quase sempre prejudicial. A imaginação, quando não usada para um propósito específico, pode criar conforto e bem-estar temporário, mas que resultará em angústia e sofrimento inevitável no futuro.

Conforto- Quando fantasiamos sobre o futuro, imaginamos dias melhores do que o presente. Fantasiar sobre o futuro pode fazer o presente tolerável. Não fantasiamos porque esperamos que essa fantasia se realize, mas porque, ao fantasiar, fugimos da realidade em que nos encontramos e abrimos uma pequena janela pela qual vislumbramos uma alegria momentânea

Esperança- Assim como fantasiamos sobre o futuro, também fantasiamos que essa fantasia talvez possa se tornar realidade. Não só gostamos de fantasiar, como também fantasiamos sobre a possibilidade de alguma força fora da nossa compreensão ser capaz de transformar essa fantasia em realidade. Acreditamos que tudo vai dar certo, mas não nos empenhamos para fazer com que isso de fato aconteça.

Controle – Fantasiar uma realidade diferente no futuro nos dá uma sensação de controle no presente. Se soubermos o que acontecerá, estaremos no controle. Por isso geralmente separamos as coisas positivas e nos apegamos a elas. Essas fantasias são os salva-vidas que nos mantêm flutuando no presente, mas não nos dão poder de tomar o curso da nossa vida.

Precaução – Da mesma forma como fantasiamos sobre um futuro colorido, também projetamos um futuro negro. Ao projetar o pior, justificamos nossa falta de ação e conseguimos viver com isso. Depois, usamos essa projeção negativa para comparar com a nossa situação presente. “Poderia ser pior” é o chavão que usamos nesses casos.

18. Diferença entre mudar e transformar

A transformação sempre é melhor do que a mudança. Mudar significa incrementar uma situação que já existe, melhorando-a. Transformar significa criar uma realidade diferente a partir de uma nova possibilidade. A mudança sempre surge de um processo comparativo, enquanto a transformação surge de um processo criativo.

19. A influência das relações

Ninguém consegue nada sozinho. Muito do que somos pode ser expresso pelas nossas relações. Pessoas que você atrai na sua vida não são determinadas pelo que você quer, mas pelo que você é. Analisando a vida de Steve Jobs, Pétry nos mostra como ele, sem Steve Wozniak, Edwin Catmull, John Lasseter, Tony Fadell e Jonathan Ive, não seria o gênio que conhecemos. “As grandes invenções são sempre o resultado de redes de pessoas trabalhando em colaboração, em diferentes estágios, durante anos”, ele afirma. Pétry nos mostra que pessoas como Jobs, Thomas Edison, Darwin e o próprio Einstein são muito mais maestros que conduzem as experiências que levam a descobertas e a criação de coisas grandiosas do que os descobridores em si.

20 – O princípio da ordem espontânea

O autor usa inúmeros exemplos, como a penicilina,  a composição do DNA, e a criação do Facebook para mostrar que muito do que pensamos ser sorte, na verdade é o resultado de um princípio que ele chama de “ordem espontânea” em ação. Dois fatores compõem esse princípio: Acidentes positivos – quando aquilo que buscamos se manifesta imprevistamente; e a regra da coerência – que é o efeito que um fator produz sobre outro.

21 – Cinco fatores que afastam as pessoas do Princípio da Ordem Espontânea

Tentativa e erro – Nosso despreparo para lidar com fracassos temporários.

Falta de foco – não saber o que queremos da via

Busca de estabilidade – O medo causado pela insegurança de tentar o novo.

Falta de persistência – nossa incapacidade de persistir durante o tempo necessário.

Falta de consistência – nossa incapacidade de nos adaptar a realidades distintas, mantendo nosso propósito.

22 – Qual o segredo da persistência

O autor nos diz que o segredo da persistência está no sentido que está por detrás do propósito que temos na vida, e não no propósito em si. “Se, por exemplo, você possui o desejo de atingir um propósito, mas não existe um sentido por detrás desse propósito que o alimente, você irá desistir no primeiro obstáculo ou oposição que enfrentar. A felicidade sempre está no sentido, e nunca no propósito em si.

Em breve pela Lua de Papel – Madre Teresa CEO

Madre Teresa CEO aponta os princípios de gestão da freira que comandou uma das maiores empresas do mundo.

Livro de Ruma Rose e Lou Faust, editado pela Lua de Papel, chega às livrarias em fevereiro.

Esta é uma história incrível de nossos tempos: Uma organização, criada por uma empreendedora e doze colaboradoras fieis, com apenas 500 rúpias em caixa e que se tornou um dos maiores empreendimentos do mundo. Atualmente, presente em mais de cem países, possui mais de um milhão de membros, aplica anualmente bilhões de dólares e é uma das marcas mais conhecidas da história.

A empresa, Missionárias da Caridade, foi criada e comandada pela religiosa albanesa Madre Teresa por 47 anos. A Madre, uma mulher franzina, que media um metro e meio, criou uma organização mundial em prol dos mais pobres, utilizando técnicas que hoje poderiam ser aplicadas em qualquer tipo de organização.

Como o livro surgiu?

Ruma Rose sempre admirou o trabalho de Madre Teresa. Nascida e criada no Canadá, desde pequena ouvia histórias dessa mulher que abriu mão de tudo para ajudar aos mais necessitados e, aos 19 anos, antes de iniciar a universidade, voluntariou-se na ordem Missionárias da Caridade em Calcutá. Durante um ano ela conviveu com Madre Teresa. Neste período Ruma observou como Madre Teresa comandava com pulso firme e competência uma instituição que lidava com voluntários de todas as partes do mundo e que, apesar de ser um serviço social, precisava haver comprometimento com seus  objetivos. Passados 20 anos dessa experiência, ela percebeu como sua vida tinha sido influenciada pelo tempo na ordem: escolhas, direções, visão, adminstração de conflitos, etc.

Então convidou Lou Faust, que se entusiasmou com o projeto e juntos prepararam um perfil com os princípios de sucesso da organização, que surge como um manual de gestão contemporânea para profissionais de todos os ramos.

Em Madre Teresa CEO, Ruma Bose e Lou Faust apresentam oito princípios básicos de gestão de Madre Teresa e que podem ser aplicados em todo tipo de empresa, seja ela privada, governamental ou não-governamental. São eles: sonhe simples, mas fale com força; aprenda a lidar com o diabo para chegar aos anjos; espere e saiba escolher o momento certo; acolha o poder da dúvida; aja com disciplina; fale uma língua que as pessoas possam entender; preste atenção até mesmo no menor dos funcionários; use o poder do silêncio.

“Sempre considerei Madre Teresa um dos meus modelos de vida, pois ela entendeu e demonstrou através da sua existência que a liderança real tem origem na alma. Essa análise da grande compaixão, dignidade, empatia e amor de Madre Teresa é uma meditação profunda a respeito do que significa ser um líder de verdade.” – Deepak Chopra, autor de The Soul of Leadership (A alma da liderança)

“As habilidades de liderança únicas de Madre Teresa são uma revelação. Enquanto lia, espantava-me ao reconhecer as lições simples e poderosas que estes oito princípios podem nos ensinar. Extraordinário.” – Jim Mccann, fundador e CEO da 1-800-flowers.comcelebrations.com

“O empreendedorismo não consiste em criar uma empresa, mas em criar um estado de espírito. Bose e Faust realizam a missão estupenda de demonstrar a mentalidade empreendedora de Madre Teresa enquanto ela ações de Caridade em todo o mundo.” – Leonard A. Schlesinger, CEO da Limited Brands

“Quem poderia imaginar que uma freira albanesa estabelecida nas favelas de Calcutá criaria uma das organizações mais reconhecidas do mundo? Leitura obrigatória para os leitores interessados nas possibilidades extraordinárias que uma pessoa pode realizar com visão, paixão e determinação.” – Melanie Schnoll Begun, diretora da Morgan Stanley Smith Barney Philanthropic Services

Ficha Técnica

Título: Madre Teresa CEO

Autores: Ruma Bose e Lou Faust

Formato: 14×21

Nº de páginas: 128

Preço: 19,90

Sobre os autores

Ruma Rose é empreendedora em série, investidora e consultora, com experiência de quinze anos no setor de bens de consumo. Atualmente, é presidente e co-CEO da Sprayology, empresa inovadora do setor de medicamentos homeopáticos e vitaminas. Entre 1992 e 1993, Bose trabalhou com Madre Teresa e as Missionárias da Caridade em Calcutá. Ela se envolve ativamente em atividades de filantropia e participa de diversos conselhos de entidades não lucrativas.

Lou Faust é homem de negócios e consultor, com trinta anos de experiência empresarial, incluindo dez anos em Wall Street, como diretor-executivo e chefe de operações globais do banco Salomon Brothers. Ele é sócio-diretor e fundador da Edge Capital Partners, que oferece assessoria estratégica para empresas em desenvolvimento.

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