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Notícias – Michael Moore diz que documentários denunciam o que o jornalismo cala

Os filmes documentários vêm ganhando cada vez mais importância na hora de fazer denúncias e informar à opinião pública sobre fatos que o jornalismo de massa vem deixando de publicar, disse neste domingo, em Nova York, o cineasta americano Michael Moore.

— A verdade é que o jornalismo de massa deixou de fazer seu trabalho nos últimos anos — denunciou Moore em conversa com a atriz Susan Sarandon organizada pelo Festival de Cinema de Tribeca, para um auditório lotado, numa sala do sul de Manhattan.

— A falta de informação transmitida pelos meios de comunicação de massa vem fazendo dos documentários um instrumento de grande importância no momento de denunciar situações de desigualdade e episódios de corrupção — disse Moore, autor dos premiadosTiros em Columbine (2002), Fahrenheit 9/11 (2004) e Sicko S.O.S Saúde (2007), entre outros.

Moore, um declarado militante de esquerda de 58 anos natural de Michigan (norte de Estados Unidos), defendeu sua visão de um cinema militante.

— Os filmes têm que ter um ponto de vista — afirmou.

Em seu último filme Capitalismo: Uma história de amor (2009), Moore critica Wall Street, os bancos e o governo americano que, no seu entender, originou a crise econômica mundial.

Publicado originalmente em Zero Hora

Como e por que ler Parem de falar mal da rotina, de Elisa Lucinda

Por Leandro Gaspar Scalabrin – Mestre em Letras (UPF)

Elisa Lucinda dos Campos Gomes (Vitória, ES, 1958), graduada em jornalismo, atriz na cidade do Rio de Janeiro desde 1986, atua em teatro, cinema e televisão. Publicou seu primeiro livro de poesia O Semelhante em 1994 (também lançado no formato de CD de poesia) e o transformou numa peça de mesmo nome, na qual declamava seus versos e conversava com a platéia. Parem de falar mal da rotina seguiu o caminho inverso: primeiro foi assistido nos palcos por mais de um milhão de pessoas no mundo todo (desde 2002), depois, foi transformado em livro (2010). Elisa Lucinda é reconhecida pela sua literatura poética (Eu Te Amo e Suas Estréias, Notícias de mim – ambos, livro e CD -, A Fúria da Beleza), infantil (A menina transparente, Lili a rainha das escolhas, O órfão famoso, O menino inesperado), além de seus espetáculos, recitais e workshops; por seus trabalhos: na televisão (Mullheres Apaixonadas, Páginas da Vida); no cinema (Alegres comadres, Gregório de Matos); e pela “Escola Lucinda de Poesia Viva” na qual ensina interpretação teatral da poesia. Mantém o site casapoema.com.br/, o blog www.escolalucinda.com.br/alira/, perfil no Facebook (Elisa Lucinda) e no twitter (@lucindaelisa).

Parem de falar mal da rotina

Teus dias escorrem entre os dedos como se não tivessem acontecido, ou como se todos eles fossem iguais? Eles realmente se repetem ou é você que parou de despender energia na sua oficina de desejos? Está precisando potencializar a coragem que a vida lhe exige? Então pare de falar mal da rotina.

A protagonista, na peça, e narradora, no livro, é uma poeta contemporânea, na paisagem de uma grande cidade, que, do início ao fim da obra, “conversa” conosco (platéia e leitor), entremeando a prosa, num tom bastante coloquial e bem-humorado, com poesias de Elisa Lucinda, reflexões filosóficas, existenciais e histórias de pessoas comuns, como nós, com seus enredos retirados do cotidiano. Sua narração tem por tema, não uma ficção qualquer, mas a “professora” dona vida e o viver, os quais são chamados, comumente, de rotina e, aparentemente, repetem-se inalteradamente todos os dias, mas só aparentemente.

A narradora cobre com o verniz da sua subjetividade, o contorno opaco da rotina, “reparando” nas pessoas, situações, cenas, fatos, acontecimentos, nos gestos (na verdade, sempre únicos e irrepetíveis), que circundam a dramaturgia diária de todos, personagens que somos do enredo de nossa própria trama existencial (que daria um belo livro, uma peça, ou um filme).

Reparar, palavra de muitos sentidos, é um dos três pilares em que está assentado o verso e o ofício da artista-protagonista, que repara (atenta, dá importância, fixa a vista) as pessoas se batendo para achar o celular, o casal de namorados no aeroporto, uma filha falando com a mãe na loja, o artesão popular cujo atelier é a rua, o mendigo, o taxista, a empregada que deixa o marido que lhe bate e casa com um paquera, a moça que passa na hora do rush na fila do ônibus…

A poetisa, ao contemplar o mundo, consegue, por momentos, viver a vida daqueles que estão sendo “reparados”, ou seja, consegue ser, por um momento, o outro. E o leitor, ao reparar a poeta fazer isso, também tem a oportunidade desta “experiência” (a de ver-se de fora, auto-analisar-se) e é desafiado a fazer o mesmo, consigo, em sua própria vida. Nessa experiência, redescobrimos nossa humanidade, percebendo que “todo mundo quer ser feliz, todo mundo é sonhador, lutador, errático; todo mundo quer amar, todo mundo quer ser amado, todo mundo se endivida, todos querem fazer algum desenho no papel da vida” (LUCINDA, 2010, p. 35-36).

Os outros dois pilares da artista são “o costume de escutar a conversa dos outros” (com o qual Elisa transforma-se em cronista de seu tempo, registrando as histórias que ouve nas esquinas, lojas, praias, aeroportos e ruas do mundo) e o desfrutar da “consciência real e constante de que [...] todo homem é presumidamente de primeira classe”, e não “só quem é rico, famoso e/ou quem em poder” todos nós somos, a princípio, cidadãos de primeira classe” (LUCINDA, 2010, p. 32 e 37).

Se a “professora” dona vida pode nos ensinar a viver, como sugere Elisa Lucinda, Parem de falar mal da rotina é um excelente livro de auto-ajuda, no melhor sentido que este termo pode ter (se é que o pode) e deveria figurar na lista de mais vendidos. A obra pode ser relacionada à Como Proust pode mudar sua vida de Alain de Botton e A arte da vida de Zygmunt Bauman. No primeiro, o autor encontrou “ensinamentos” na vida e obra de Proust e o compilou num “manual” leve e bem-humorado que pode ajudar o leitor a mudar sua vida e ser mais feliz. No segundo, Bauman destaca que não encontraremos num shoping “o amor e a amizade, os prazeres da vida doméstica, a satisfação que vem de cuidar dos entes queridos ou de ajudar um vizinho em dificuldade, a auto- estima proveniente do trabalho bem-feito [...] o reconhecimento, a simpatia e o respeito dos colegas [...] e outras pessoas a quem nos associamos” (BAUMAN, 2009, p. 12). Como diz Elisa: “vender ou comprar não garante a qualidade de nada”, pois “beijos, abraços, advertências, opiniões, afetos, cuidados [...] carinho, atenção, amizade, consideração enfim, costuma ser de graça mesmo”. A multidão de mais de 50 tipos (personagens) “reparados” na obra de Elisa Lucinda nos mostra que pode obter-se e usufruir esses bens não-comerciais e não-negociáveis assumindo, no dia-a-dia, o papel de atores, diretores e produtores das nossas próprias vidas, na qual “o enredo / a gente sempre todo dia tece” (LUCINDA, 2010, p. 21 e 48).

Outra obra com a qual o texto dialoga é O mestre ignorante do filósofo Jaques Rancière, para quem a igualdade é da natureza humana e a desigualdade (por riqueza ou instrução) é uma ficção inventada para desunir e categorizar.  Elisa desenvolve muitas de suas idéias como a de que todo homem é capaz de aprender e ensinar: ouvindo pessoas, independente da classe social ou grau de instrução, aprendemos com elas. O motorista de táxi e a cozinheira podem ser nossos professores na vida, basta que os enxerguemos como pessoas e não como sub-humanos.

Ao criar poesia e personagens que nos propiciam inúmeras experiências de alteridade (ou outridade, como diria Octavio Paz), fazendo isso primeiro no universo da oralidade, lhes dando vida em suas performances e no palco, para depois devolvê-los ao mundo da escrita, publicando-os em livro, como ocorre com Parem de falar mal da rotina, Elisa Lucinda propicia à “leitura entre nós”, múltiplas formas e diferentes linguagens de uma mesma obra de arte que dialoga e se relaciona com outras obras e formas (filmes, peças de teatro, literatura que nomeiam os capítulos e subtítulos das cenas do seu livro).

Os participantes da 14ª Jornada Nacional de Literatura poderão apreciar esta obra em mais de um meio e linguagem, pois além de ler o livro poderão assistir ao espetáculo na Jornight de 23 de agosto. Para os que não o puderem, existem vários vídeos no youtube com trechos da peça e, outros, com Geovana Pires, Ana Carolina e Elisa Lucinda declamando poesias e partes do livro (no site da autora existe um link para “TV Casa Poema / Escola Lucinda”, no qual há uma seleção).

Beth Carvalho, que assistiu a peça diversas vezes, disse que todos deveriam ver Parem de falar mal da rotina uma vez na vida. Assistir a peça, parar e reparar o livro, é uma possibilidade de sentir e vivenciar muitas experiências pessoais de outridade, e assim recuperar um pouco de nossa capacidade de contemplar, sentir a aura (como diria Walter Benjamin) das coisas, que significa sentir-se integrado aquilo que contemplamos (o personagem, a paisagem, o poema), reconhecendo-se nele e sendo por ele reconhecido (como se ele nos devolvesse o olhar que lhes endereçamos), algo tão raro, caro e escasso em nossos dias.

Referências

BAUMAN, Zygmunt. A arte da vida. Trad. Carlos Alberto Medeiros. Rio de Janeiro : Jorge Zahar Ed., 2009.

BECKER, Paulo. O aprendiz de feiticeiro. In: BECKER, Paulo. Mario Quintana as faces do feiticeiro. Porto Alegre : Ed. Universidade/UFRGS/EDIPUCRS, 1996.

DE BOTTON, Alain. Como Proust pode mudar sua vida. Trad. Luciano Trigo. Rio de Janeiro : Rocco, 1999.

LUCINDA, Elisa. Parem de falar mal da rotina. São Paulo : Lua de Papel, 2010.

PAZ, Octavio. Os signos em rotação. In: PAZ, Octavio. Signos em rotação. Trad. Sebastião Uchoa Leite. 3. Ed., Perspectiva : São Paulo, 1996.

Quem é Elisa Lucinda. Disponível em: < http://www.escolalucinda.com.br/alira/?page_id=2>. Acesso em: 24 fev. 2011.

Na mídia – Quanto vale a Indústria do Livro

Brasil está em 11º lugar na pesquisa “Global Publishing Market”

“A indústria do livro sempre achou que pouco contribuia para a economia, mas isso é um erro”, disse Jens Bammel, secretário geral da International Publishers Association (IPA) durante a apresentação da pesquisa “Global Publishing Market” na manhã desta quarta-feira (13), na Feira do Livro de Londres. Se somadas, as vendas (em euros) das outras indústrias criativas, como música (18,2 bi), filmes (17,9 bi) e jogos (32,5 bi), não chegam ao total do mercado editorial, avaliado em 80 bi de euros. Mas os dados devem ser olhados com cautela, alerta o coordenador da pesquisa Rüediger Wischenbart, da empresa Content and Consulting, já que esta é uma versão preliminar do que ele espera que seja o mais completo mapa da indústria do livro.

Bammel fez um apelo aos editores e pediu o comprometimento de todos e transparência no fornecimento de dados. Para esta primeira versão, foram consultadas associações, imprensa especializada e outras estatísticas de 50 países.

“A indústria do livro é de longe a maior indústria criativa”, disse Wischenbart, que avaliou o faturamento das editoras e o tamanho do mercado consumidor. Mais para frente o relatório será mais detalhado, com informações sobre as exportações e importações.

Os maiores mercados são, nesta ordem: Estados Unidos, Alemanha, China, Japão, Reino Unido, França, Itália, Índia, Espanha, Coreia, Brasil, Rússia, Austrália, Canadá, Polônia e Taiwan. Os dados não são padronizados, o que dificulta a análise. Editoras americanas faturam 16 bilhões de euros e o mercado é estimado em mais de 24 bilhões de euros. Lá, são editados ou reeditados 939 títulos para cada um milhão de pessoas. A Alemanha, que vem logo atrás, tem um faturamento bem mais modesto (4,3 bi de euros), mas um números maior de títulos para cada um milhão de habitantes (1.138). Na Coreia, que antecede o Brasil na lista dos 16 maiores mercados, as editoras faturam 1,4 bi de euros enquanto as brasileiras registraram faturamento de 1,3 bi de euros. O que impressiona é o disparate entre o número de novas edições e reedições. São 1.628 na Coreia (o maior registro do relatório) contra 271 no Brasil. Em número de títulos, a Índia, 8º lugar na lista, fica na lanterna, com 87 para cada um milhão de pessoas.

Na América Latina, Wischenbart destacou a Argentina como um mercado maduro e um país mais alfabetizado e o Brasil como um país dinâmico. No entanto, a região fica quase insignificante quando comparada, por exemplo, com a indústria do livro da Espanha. “Planeta, Santillana e Mondadori, juntas, equivalem à metade do mercado latino-americano”, disse o coordenador da pesquisa.

O desafio agora é coletar e validar os dados de todos os mercados expressivos. A pesquisa “Global Publishing Market” é uma iniciativa da International Publishers Association (IPA), com apoio da London Book Fair e da Book Expo America.

Fonte: PublishNews

Novas mídias, novo conteúdo

Para prender a atenção dos leitores jovens, professor de Surrey sugere uma ficção curta, rápida e inteligente

Uma das frases mais repetidas nos debates da Feira do Livro de Londres é que você tem que dar o que o seu leitor quer, no formato que ele precisa. E para atrair novos (e jovens) leitores, a ficção terá de se reinventar. É isso o que pensa o conferencista do departamento de inglês da Universidade de Surrey, David Ashford. Ele participou do painel “E-books e o usuário: na biblioteca, no desktop e nos leitores digitais” e disse que a nova ficção deve ser curta, rápida e inteligente. Para ele, contos e novelas se encaixam mais no perfil dos adolescentes, mas que se for inevitável escrever um grande romance, que os autores e editores considerem dividi-lo em volumes.

Nada mais lógico que a Lua de Papel estar nesta conceituada feira, em busca de novidades para os nossos leitores. Representada pelo nosso editor Pedro Almeida, estamos buscando excelentes  títulos  e com qualidade para o público brasileiro, que cada vez mais sabe o que quer.

Em breve, aguardem mais novidades!

Fonte: Publish News

Na mídia – Aposta literária na Feira de Londres

Há pelos menos 50 títulos sobre anjos sendo lançados na Feira do Livro em Londres que abriu segunda feira. A brasileira Mirna Grizch, pioneira do assunto desde 1990, volta ao tema com o ensaio Anjos, tudo o que você precisa saber, pela editora Lua de Papel.

Fonte: Jornal O Globo – RJ

 

Na mídia – Marcos Silvestre no programa do Amaury Júnior

O programa Amaury Júnior do último dia 30 de março teve uma excelente entrevista com o autor de 12 meses para enriquecer, Marcos Silvestre. Visitem o site do programa, assistam o vídeo de Destaque e dêem uma conferida.

Acessem o programa por AQUI.

Na mídia – Filme celebra 30 anos do Menino Maluquinho

“Ele era um menino feliz” conta histórias sobre o processo criativo do livro

Não parece, mas 30 anos se passaram do nascimento do Menino Maluquinho, personagem criado pelo cartunista Ziraldo. Sua trajetória virou filme e está registrada no documentário “Ele era um menino feliz”, criado para celebrar as três décadas de vida do personagem. Na produção, dirigida por Caio Tozzi, Ziraldo volta ao ano de 1980 para contar histórias sobre o processo criativo do livro, o impacto que a obra alcançou em seu lançamento, entre outras curiosidades. O filme também acompanha o escritor na Bienal do Livro de São Paulo em 2010, registrando o sucesso conquistado por criador e personagem ao longo destes anos. Em 2011 o filme vai rodar festivais por todo o Brasil. Para acompanhar todas as notícias e informações sobre o documentário, conferir o trailer do filme, o making of do projeto e fotos das gravações, além de depoimentos exclusivos do Ziraldo, acesse o hotsite.

Fonte: PublishNews

Na mídia – BEA ganha ares globais

Global Market Forum e Publishers Launch são dois dos eventos que devem atrair visitantes internacionais

BookExpo America (BEA) é o maior evento do mercado editorial dos EUA. Uma espécie de Bienal gringa, a feira é restrita apenas a profissionais da indústria editorial e, neste ano, acontece entre 24 e 26 de maio, em Nova Iorque. Normalmente trata-se de um evento muito voltado para o mercado norte-americano, com pouca importância internacional. Apesar de oferecer um International Rights Center, feiras como Frankfurt, Londres ou mesmo Bolonha têm maior importância e visibilidade internacional.

Neste ano de 2011, no entanto, dois eventos que fazerm parte da programação da BEA parecem dar um ar mais global à feira. O primeiro deles é o Global Market Forum, que acontece no dia 23 de maio. Não se trata de uma novidade, e versões anteriores do fórum enfocaram os mercados editoriais árabes e em espanhol. Agora é a vez da Itália, e a programação é apoiada pela Associação Italiana de Editores. Entre os assuntos que serão abordados pelo evento estão a compra e venda de direitos autorais entre Itália e EUA, o mercado editorial infantil e de ficção do país europeu, e o status do mercado italiano de livros digitais.

Outro evento que promete uma visão mais global do mercado editorial é o . Trata-se, na verdade, do primeiro evento organizado pela Publishers Launch, uma iniciativa lançada esta semana por Mike Shatzkin e Michael Cader. Shatzkin é um importante consultor editorial e colunista do Publishnews, enquanto Cader é o criado do Publishers Lunch, uma espécie de PublishNews gringo. Os dois se uniram para organizar eventos sobre o livro digital ao redor do mundo e a estréia será em Nova Iorque. Com o tema “e-Books Go Global”, a programação do evento será focada nas oportunidades globais que a revolução digital oferece tanto a editores em língua inglesa – em um primeiro momento – como a editores em outros idiomas. Temas como direitos autorais, vendas globais e atuação dos grandes players digitais fazem parte da pauta. O evento acontece no dia 26 de maio, no próprio Javis Center onde será realizada a BEA.

Como este gostinho mais internacional, a BEA se torna de fato mais atraente para editores de todo o mundo.

Fonte: PublishNews

Na mídia – Empresa coleta livros para crianças carentes


FedEx Entrega marca o início da participação dos centros de envio autorizados para arrecadação de livros

Uma série de instituições de apoio a crianças carentes do Brasil serão beneficiadas com a campanha de arrecadação de livros promovida no País através do projeto FedEx Entrega, da empresa de transporte FedEx. A campanha, que está na terceira edição, terá duração de três meses e tem o objetivo de despertar nas crianças o amor pela leitura. As doações poderão ser feitas em vários Centros Autorizados de Envio FedEx e Centros de Serviço Mundial FedEx de todo o Brasil. A meta da empresa é superar a marca de 25 mil livros doados e coletados em 2010 nos oito países participantes da iniciativa. Para outras informações, visite o site. No link “Leia Mais” você confere a lista completa de postos de coleta de livros.

Confira a lista de postos de coleta:

Shopping Iguatemi – São Paulo/SP

Av. Brigadeiro Faria Lima, 2.232 (Rampa da Direita ao entrar pela Faria Lima)

Telefone: 11 3819-2565

Horário de atendimento:

Segunda a sábado, das 10h às 22h

Domingo, das 14h às 20h

Shopping Market Place – São Paulo/SP

Av. Dr. Chucri Zaidan, 902 (junto à ponte do Morumbi)

Alameda de Serviços

Telefone: 11 3048-7056

Horário de atendimento:

Segunda a sábado, das 10h às 20h

São Paulo/SP – Santo Amaro

Av. das Nações Unidas, 17.891 – Térreo

Horário de atendimento:

Segunda a sexta, das 9h às 13h e das 14h às 18h

São Paulo/SP – Lapa

Rua Marina Ciufuli Zanfelice, 291

Horário de atendimento:

Segunda a sexta, das 9h às 21h

Sábado, das 9h às 12h

Campinas/SP – Aeroporto de Viracopos

Av. Viracopos, 770

Horário de atendimento:

Segunda a sexta, das 9h às 18h

Sábado, das 9h às 12h

Rio de Janeiro/RJ – Olaria

Rua Nair, 135

Horário de atendimento:

Segunda a sexta, das 10h às 18h

Blumenau/SC

Rua Dr. Pedro Zimmermann, 4.599 – Itoupava Central

Horário de atendimento:

Segunda a sexta, das 9h às 18h

Porto Alegre/RS – São João

Av. Severo Dullius, 1.165

Horário de atendimento:

Segunda a sexta, das 9h às 18h

São Paulo Sixth Box

Av. Rouxinol, 693 – Moema

Telefone: 11 5055-8329

Horário de atendimento:

Segunda a sexta, das 09h às 18:30

Sábados, das 9h às 13h

Cia da Postagem

Av. Pedroso de Moraes, 677 – Pinheiros

São Paulo, SP

Telefone: 11 3097-9275

Horário de atendimento:

Segunda a sexta, das 08h às 19h

Sábados, das 09:30 às 13:30

PostNet São Paulo – Moema

Endereço: Alameda dos Maracatins, 878 | São Paulo- SP

E-mail: sp.moema@postnet.com.br

Telefone: 11 2384-0878

Fax: 11 4305-0878

PostNet São Paulo – Itaim

Endereço: Rua Joaquim Floriano, 63 – Itaim | São Paulo- SP

E-mail: sp.itaim@postnet.com.br

Telefone: 11 2579-0000

Fax: 11 2579-0000

PostNet São Paulo – Jardins

Endereço: Rua da Consolação, 2696 – Cerqueira Cesar | São Paulo- SP

E-mail: jardins@postnet.com.br

Telefone: 11 3062-6292

Fax: 11 3062-6292

PostNet São Paulo – Pamplona

Endereço: Rua Pamplona, 1057 | São Paulo- SP

E-mail: sp.pamplona@postnet.com.br

Telefone: 11 3253-8934

Fax: 11 3253-8934

PostNet São Paulo – Paraíso

Endereço: Av. Bernardino de Campos, 98 Loja D1 – Paraíso | São Paulo- SP

E-mail: paraiso@postnet.com.br

Telefone: 11 3887-5015

Fax: 11 2935-5921

PostNet São Paulo – Vila Olímpia

Endereço: Rua Clodomiro Amazonas, 1357 – Vila Olímpia | São Paulo- SP

E-mail: sp.vilaolimpia@postnet.com.br

Telefone: 11 3848-0773

Fax: 11 3848-0773

PostNet São Paulo – Higienópolis

Alameda Barros, 383 – Loja 4 (em cima do mercado Futurama)

São Paulo, SP

Telefone: 11 3586-1881

Horário de atendimento:

Segunda a sexta, das 08h às 18h

Sábados, fechado.

PostNet São Paulo – Shopping Plaza Sul

Endereço: Praça Leonor Kaupa, 100 – Loja A8/A9 – Saúde | São Paulo- SP

E-mail: sp.plazasul@postnet.com.br

Telefone: 11 5073-2205

Fax: 11 5073-5606

PostNet São Paulo Tatuapé

Endereço: Praça Silvio Romero, 252 | São Paulo- SP

E-mail: sp.tatuape@postnet.com.br

Telefone: 11 2093-3902

Fax: 11 2093-3902

PostNet São Paulo Granja Vianna

Endereço: Rodovia Raposo Tavares, Km 23,5 | São Paulo- SP

E-mail: sp.granjavianna@postnet.com.br

Telefone: 11 4613-6625

Fax: 11 4613-6625

PostNet Osasco

Endereço: Avenida dos Autonomistas, 1542 – Loja 34 – Carrefour Osasco | Osasco- SP

E-mail: sp.osasco@postnet.com.br

Telefone: 11 3683-6323

Fax: 11 3683-6323

Campinas:

PostNet Campinas – Shopping Unimart CAMPINAS

Endereço: Av. John Boyd Dunlop, 350 – Loja 70 | Campinas- SP

E-mail: sp.unimart@postnet.com.br

Telefone: 1 3367-4752

Fax: 19 3367-4752

PostNet Campinas – The Mall

Endereço: Rua Rute Ferraz de Angelis, 886 – Loja 16 | Campinas- SP

E-mail: sp.themall@postnet.com.br

Telefone: 19 3256-7133

Fax: 19 3256-7133

São José dos Campos:

PostNet São José dos Campos

Endereço: Avenida Deputado Benedito Matarazo, 5701 – Loja 30 |

São José dos Campos- SP

E-mail: sp.sjc@postnet.com.br

Telefone: 12 3923-3107

Fax: 12 3911-4273

Jundiaí:

PostNet Jundiaí – Vila Arens

Endereço: Rua Moreira Cesar, 42 – Vila Arens | Jundiaí- SP

E-mail: sp.jundiai@postnet.com.br

Telefone: 11 3964-1152

Fax: 11 3964-1153

Santo André:

PostNet Santo André – Grand Plaza Shopping

Endereço: Av. Industrial, 700 Loja 508 | São Paulo- SP

E-mail: sp.santoandre@postnet.com.br

Telefone: 11 4427-9650

Fax: 11 4427-9766

Belo Horizonte:

PostNet Belo Horizonte

Endereço: Rua Tomé de Souza, 1174 – Savassi | Belo Horizonte- MG

E-mail: bh.savassi@postnet.com.br

Telefone: 31 3234-0768

Fax: 31 3234-0768

Uberaba:

PostNet Uberaba

Endereço: Avenida Leopoldino de Oliveira, 3739 | Uberaba- MG

E-mail: mg.uberaba@postnet.com.br

Telefone: 34 3336-2400

Fax: 34 3336-2400

Uberlândia:

PostNet Uberlândia

Av. João Naves de Àvila, 1441 – Loja 10 – dentro do CARREFOUR

Uberlândia, MG

Telefone: 34 3231-3982

Horário de atendimento:

Segunda a sexta, das 08h às 22h

Sábados, das 08h às 22h

Recife:

PostNet Boa Viagem

Endereço: Rua Francisco da Cunha, 919 – Loja 10 | Recife- PE

E-mail: pe.boaviagem@postnet.com.br

Telefone: 81 3326-9160

Fax: 81 3326-9160

Curitiba:

PostNet Curitiba

Endereço: Rua Visconde de Nacar, 1505 – Loja 02 | Curitiba- PR

E-mail: pr.curitiba@postnet.com.br

Telefone: 41 3044-2728

Fax: 41 3044-2524

Maringá:

PostNet Maringá

Endereço: Rua Santos Dumont, 3187 – Loja 02 – Bairro Zona 1 | Maringá- PR

E-mail: pr.maringa@postnet.com.br

Telefone: 44 3023-5654

Fax: 44 3023-3436

Aracajú:

PostNet Aracajú

Endereço: Avenida Gonçalo Prado, 1540 – Loja 10 | Aracaju- SE

E-mail: se.aracaju@postnet.com.br

Telefone: 79 3221-3338

Fax: 79 3221-3338

Na mídia – Novas regras para o Prêmio Jabuti

Agora são 29 categorias, mas apenas o primeiro colocado de cada uma delas concorrerá ao prêmio de Livro do Ano

A última edição do Prêmio Jabuti foi marcada pela polêmica. Tudo porque o vencedor de Livro do Ano de Ficção, a obra Leite derramado (Companhia das Letras), de Chico Buarque, havia ficado apenas em segundo lugar na categoria Romance, perdendo a primeira colocação para Se eu fechar os olhos agora (Record), de Edney Silvestre. O regulamento previa tal possibilidade, uma vez que os júris de ambos os prêmios são diferentes. Afinal, enquanto o prêmio por categoria foi selecionado por um grupo de especialistas, os Livros do Ano – de ficção e não-ficção – foram escolhidos entre todos os três primeiros colocados de todas as categorias pelos próprios associados da Câmara Brasileira do Livro (CBL), que organiza a láurea. Ainda assim, a editora Record protestou publicamente contra a entrega do quelônio metálico ao lítero-compositor de olhos azuis, e a Companhia das Letras se viu obrigada a defendê-lo. A briga estampou algumas colunas da mídia impressa, particularmente da Folha de S.Paulo.

Mas agora tudo mudou. A CBL anunciou ontem algumas mudanças para o Prêmio Jabuti, que este ano já está em sua 53ª edição. A principal mudança é que agora apenas o primeiro colocado em cada categoria levará um quelônio metálico para casa. Segundo e terceiro colocados deixam de ser contemplados e de concorrer ao grande prêmio de Livro do Ano. A formação dos júris não foi alterada. Com isso, polêmicas como a de 2010 deixam de acontecer. Qualquer escritor agora, com ou sem olhos azuis, terá de se garantir na própria categoria e faturar o prêmio de R$ 3 mil se quiser concorrer ao prêmio de Livro do Ano para embolsar um cheque mais polpudo de R$ 30 mil.

Além disso, as categorias do Jabuti sofreram alterações de peso. A láurea editorial, que estreou em 1958 com apenas 7 categorias de premiação, passa agora ao número recorde de 29 categorias. Foram várias as mudanças em relação às 21 categorias de 2010. Em primeiro lugar foram criadas as láureas de Ilustração, Gastronomia e de Turismo & Hotelaria. O prêmio de Tradução de Obra Literária Espanhol – Português desapareceu. A categoria Arquitetura & Urbanismo, Fotografia, Comunicação e Artes foi desmembrada e cada área abordada ganhou sua própria estatueta. O mesmo aconteceu com Ciências Exatas, Tecnologia & Informática que se dividiu em Ciências Exatas e Tecnologia & Informática. Educação também se separou de Psicologia & Psicanálise, e Ciências da Saúde ganhou independência de Ciências Naturais. Confira aquio regulamento completo.

As inscrições para o Jabuti se iniciam hoje e vão até 31 de maio. Os 10 finalistas de cada categoria serão anunciados no dia 13 de setembro. No dia 18 do mês seguinte serão conhecidos os vencedores de cada categoria. Os quelônios metálicos serão entregues aos laureados apenas no dia 30 de novembro, na tradicional Sala São Paulo, quando serão anunciados os vencedores de Livro do Ano de Ficção e Livro do Ano de Não Ficção. Vale lembrar que Chico Buarque não vai ganhar, pois não publicou nenhum livro no ano de 2010.

Veja aqui a lista com as novas categorias do Prêmio Jabuti:

Arquitetura e Urbanismo

Artes

Biografia

Capa

Ciências da Saúde

Ciências Exatas

Ciências Humanas

Ciências Naturais

Comunicação

Contos e Crônicas

Didático e Paradidático

Direito

Economia, Administração e Negócios

Educação

Fotografia

Gastronomia

Ilustração

Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil

Infantil

Juvenil

Poesia

Projeto Gráfico

Psicologia e Psicanálise

Reportagem

Romance

Tecnologia e Informática

Teoria/Crítica Literária

Tradução

Turismo e Hotelaria

Fonte: PublishNews

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