Veja como ganhar Um coração cheio de estrelas

Um garoto órfão tem chances de perder sua melhor amiga para um sono do qual a menina pode nunca mais acordar. Nem mesmo os médicos sabem o que fazer para trazê-la de volta.

“Um Coração Cheio de Estrelas” acompanha a jornada deste garoto, criada a partir de uma experiência real de um dos autores.Desesperado por não poder ajudá-la, o menino encontra uma velha sábia que o orienta a procurar por nove diferentes tipos de amor puro presentes no ser humano.

Lançado este mês pelo selo Lua de Papel, da editora LeYa, o livro mostra como encontrar o amor em cada um de nós.

A Livraria da Folha dará três exemplares aos autores da melhor resposta para a pergunta “Qual o segredo do amor?”.

Para participar, é preciso “curtir” a página da Livraria da Folha no Facebook. Depois, é só comentar a nota com a sua resposta. O prazo é até 22h da próxima quinta (2). Na sexta-feira (3), divulgaremos o resultado com o nome dos vencedores do concurso.

Leia o regulamento


Dicas essenciais de Ninguém enriquece por acaso

Conheça alguns tópicos essenciais que o livro Ninguém enriquece por acaso do Jacob Pétry, lançado pela Lua de Papel, mostra para o leitor.


1. A ideia central sobre quem somos

Todos nós temos uma convicção, uma ideia central sobre quem somos. Essa ideia central é resultado daquilo que digerimos silenciosamente ao longo da nossa vida. Ela se forma a partir daquilo que assimilamos, dos livros que lemos, das experiências que vivemos, das pessoas com as quais nos relacionamos, e assim por diante. Os resultados que obtemos na vida sempre estarão em harmonia com a ideia que temos sobre nós. Para mudar os resultados, temos que mudar a ideia que temos sobre nós.

2. Propósito definido

Ao contrário do que muitas vezes se pensa, o ser humano possui livre-arbítrio. Para exercê-lo em escala maior, primeiro é preciso definir um propósito, decidir o que queremos da vida. Depois precisamos acreditar que isso é possível. E – por mais estranho que isso possa parecer – precisamos acreditar que merecemos o que buscamos. A partir daí, precisamos nos focar nisso. Pensar nesse propósito, criar estratégias e táticas para alcançar esse propósito.

3. Mente aberta e mudança

O autor explica como todos nós precisamos de regras, normas ou padrões para reduzir os fatos e assim, poder sujeitá-los a nossa compreensão. Quanto mais complexa a informação, maior será nossa necessidade de reduzir essa informação, e mais simplista essa redução será. De acordo com Pétry, toda interpretação que fizemos ou a forma como justificamos as circunstâncias a nossa volta tem a mesma função: poupar-nos do novo, da complexidade, do esforço da construção de uma nova compreensão, de romper os velhos padrões mentais que possuímos. Isso explica porque é tão difícil mudar. Ou seja, mudar, requer uma mente aberta para aceitar o novo, o esforço para quebrar velhos padrões e criar novas possibilidades. Sem uma mente aberta, avanços significativos são impossíveis.

4. Monólogo interior

O que costumamos dizer quando falamos com nós mesmos? Como explicamos o sucesso ou o fracasso de outras pessoas? O que costumamos dizer sobre nossa própria situação? Para o autor, essas respostas dizem muito sobre os resultados que obtemos na vida. “Essa forma de avaliar e julgar o mundo cria um padrão que se torna o eixo através do qual giram nossas atitudes”, ele escreve. Para mudar, segundo o autor, é preciso criar uma consciência sobre nossa forma de pensar. Ou seja: precisamos aprender a pensar sobre o que pensamos.

5. Confundir os fatos com a opinião que temos sobre os fatos

O autor nos mostra como é crucial saber diferenciar “o fato em si” da “opinião que criamos sobre esse fato”. Segundo Pétry, temos uma necessidade quase incontrolável de reduzir tudo o que acontece conosco a ponto de conseguir enquadrar esses acontecimentos à nossa compreensão. Esse hábito faz com que nossa interpretação do mundo seja limitada. Ao invés de expandir nossa compreensão com as experiências da vida, reduzimos as experiências da vida a nossa compreensão. “A opinião sempre é uma interpretação da realidade, e não a realidade em si. Quando confundimos a realidade com a opinião que temos da realidade, nos desviamos da própria realidade.”, ele escreve.

7. Memória Implícita

Nossas convicções, que compõe o que o autor chama de memória implícita, sabotam e bloqueiam nosso poder de escolha. O autor nos diz que nosso estado presente é a manifestação física das nossas convicções. Se quisermos mudar os resultados, precisamos mudar nossas convicções. Essa é a única forma possível de mudança.

8. Vida e condição de vida

O autor nos orienta a separar nossa “vida” da nossa “condição de vida”. Vida é nosso eu mais profundo e, condição de vida, são as circunstâncias que envolvem esse “eu” num determinado momento. Segundo o autor, temos uma tendência de mesclar os dois, e isso nos impede de agir sobre a condição e mudá-la. Por exemplo: para uma pessoa que não tem dinheiro para pagar o aluguel, muitas vezes, a tendência é confundir essa situação com sua própria identidade, e ao invés de agir sobre essa condição, a pessoa foge dela, escondendo-se, para preservar sua identidade. Ela se sente fracassada como um todo, em função de uma condição isolada e temporária.

9. Poder de escolha e responsabilidade

Essa talvez seja a parte do livro mais polêmica e difícil de aceitar, mas ao mesmo tempo, parece ser a mais importante. Nós realmente somos livres para escolher nosso destino? Ao contrário de inúmeros filósofos e autores contemporâneos, Pétry, através de exemplos práticos, nos diz que sim: nós temos poder de escolha sobre nossas ações. Essa afirmação cria outro problema: se temos o poder de escolha, isso quer dizer que escolhemos as condições de vida em que nos encontramos? Pétry também diz que sim. Porém, ele explica que nossas escolhas acontecem de duas formas: automática ou voluntária. Quando não temos consciência sobre esse processo, nossas escolhas sempre são feitas pelos nossos padrões mentais, nesse caso, nossa escolha é uma reação padronizada que ocorre inconscientemente. Uma vez que nos tornamos conscientes desse processo, podemos assumir o poder sobre nossas escolhas e fazê-las voluntariamente, de acordo com nosso propósito. Isso nos leva para um terceiro problema: o da responsabilidade. Se nós escolhemos nosso destino, então somos responsáveis pelos nossos resultados. Se admitirmos isso, admitimos, por consequência, que temos condições de mudar e construir os resultados que quisermos.

10. Descobrir nossa paixão

Quando você desenvolver sua paixão irá notar que não haverá mais competitividade externa. A única coisa com a qual você terá que competir será você mesmo. Quando isso acontecer, diz o autor, verá que ninguém poderá derrotá-lo, exceto você mesmo. É exatamente isso que Pétry defende: nós somos nossos maiores inimigos.

11. Diferença entre emprego, carreira e vocação

Quando uma pessoa tem um emprego, trabalha pelo salário, desenvolve uma atividade pelo dinheiro. Carreira é um emprego com metas, objetivos e propósito. Numa carreira, o trabalho ainda é motivado pela remuneração, mas outros fatores como ambição, status e poder também a estimulam. Vocação, ao contrário, é atender um chamado interior. É descobrir e desenvolver nossos pontos fortes. Segundo o autor, uma pessoa pode tornar-se competente em quase tudo, mas ela não pode se tornar genial fora da área onde está seu talento natural. Ninguém consegue atingir a genialidade num emprego ou numa carreira. “É possível ter um emprego ou uma carreira medíocre. Mas não é possível ser medíocre quando se atua sobre o talento natural”, ele escreve.

12. Os cinco níveis da genialidade

Segundo o autor, todos nós temos uma genialidade que podemos desenvolver.

Profissional competente – Aprimorou um tipo de atividade com experiência, prática e conhecimento, mas ignorou seu talento.

Profissional de sucesso – É um profissional competente que estabeleceu sua atividade sobre seu talento, paixão e renda.

Líder – É um profissional de sucesso que aprimorou técnicas de relacionamento e possui uma posição ideológica definida e outras pessoas o seguem por interesse ideológico.

Mestre – É um líder que lidera com exemplos. Está sempre em busca da verdade. Suas ações influenciam e inspiram outras pessoas, que o seguem por dedicação autêntica.

Gênio – É um mestre com uma causa específica. As pessoas não apenas o seguem, mas tem um desejo autêntico de participar e contribuir com sua causa.

13. O poder da percepção

Pétry também nos ensina como nossa mente se relaciona com o passado, presente e futuro. Isso é muito importante porque, segundo o autor, o passado, composto pelas convicções e crenças, quase sempre se impõe sobre nossas escolhas do presente e influencia nossos resultados futuros. O autor mostra como podemos nos libertar do passado e projetar o futuro no presente. O presente é uma repetição do passado e o futuro será uma repetição do presente. Ele nos mostra como quebrar esse ciclo e projetar o futuro no presente sem a influência negativa dos eventos do passado.

15. Poder da Visualização

O autor diz que temos três fatores: memória(passado), percepção(presente) e visualização(futuro).  De todas elas, a visualização é a mais importante e a menos praticada.

16. Diferença entre visualização e fantasia

Muitos de nós temos a ideia de que desejar algo com certa intensidade é o mesmo que visualização. Queremos impor certo otimismo diante das situações mais difíceis, mas nos esquecemos da árdua tarefa de encarar o que o autor chama de “a realidade dos fatos”. Queremos mudar, mas não queremos agir. Queremos vencer, mas não queremos lutar, sofrer e nos expor a riscos. Esse é um erro muito comum. Como também é um erro comum confundir o que deveria ser um propósito definido, com nossas vagas fantasias. Ignoramos a diferença crucial que separa os dois.

17 – Quatro motivos pelos quais fantasiamos

Quando fantasiamos, ignoramos todas as evidências e acreditamos naquilo que queremos acreditar. Fantasiar ou desejar coisas melhores fora da consistência de nossa realidade é uma atividade inútil e quase sempre prejudicial. A imaginação, quando não usada para um propósito específico, pode criar conforto e bem-estar temporário, mas que resultará em angústia e sofrimento inevitável no futuro.

Conforto- Quando fantasiamos sobre o futuro, imaginamos dias melhores do que o presente. Fantasiar sobre o futuro pode fazer o presente tolerável. Não fantasiamos porque esperamos que essa fantasia se realize, mas porque, ao fantasiar, fugimos da realidade em que nos encontramos e abrimos uma pequena janela pela qual vislumbramos uma alegria momentânea

Esperança- Assim como fantasiamos sobre o futuro, também fantasiamos que essa fantasia talvez possa se tornar realidade. Não só gostamos de fantasiar, como também fantasiamos sobre a possibilidade de alguma força fora da nossa compreensão ser capaz de transformar essa fantasia em realidade. Acreditamos que tudo vai dar certo, mas não nos empenhamos para fazer com que isso de fato aconteça.

Controle – Fantasiar uma realidade diferente no futuro nos dá uma sensação de controle no presente. Se soubermos o que acontecerá, estaremos no controle. Por isso geralmente separamos as coisas positivas e nos apegamos a elas. Essas fantasias são os salva-vidas que nos mantêm flutuando no presente, mas não nos dão poder de tomar o curso da nossa vida.

Precaução – Da mesma forma como fantasiamos sobre um futuro colorido, também projetamos um futuro negro. Ao projetar o pior, justificamos nossa falta de ação e conseguimos viver com isso. Depois, usamos essa projeção negativa para comparar com a nossa situação presente. “Poderia ser pior” é o chavão que usamos nesses casos.

18. Diferença entre mudar e transformar

A transformação sempre é melhor do que a mudança. Mudar significa incrementar uma situação que já existe, melhorando-a. Transformar significa criar uma realidade diferente a partir de uma nova possibilidade. A mudança sempre surge de um processo comparativo, enquanto a transformação surge de um processo criativo.

19. A influência das relações

Ninguém consegue nada sozinho. Muito do que somos pode ser expresso pelas nossas relações. Pessoas que você atrai na sua vida não são determinadas pelo que você quer, mas pelo que você é. Analisando a vida de Steve Jobs, Pétry nos mostra como ele, sem Steve Wozniak, Edwin Catmull, John Lasseter, Tony Fadell e Jonathan Ive, não seria o gênio que conhecemos. “As grandes invenções são sempre o resultado de redes de pessoas trabalhando em colaboração, em diferentes estágios, durante anos”, ele afirma. Pétry nos mostra que pessoas como Jobs, Thomas Edison, Darwin e o próprio Einstein são muito mais maestros que conduzem as experiências que levam a descobertas e a criação de coisas grandiosas do que os descobridores em si.

20 – O princípio da ordem espontânea

O autor usa inúmeros exemplos, como a penicilina,  a composição do DNA, e a criação do Facebook para mostrar que muito do que pensamos ser sorte, na verdade é o resultado de um princípio que ele chama de “ordem espontânea” em ação. Dois fatores compõem esse princípio: Acidentes positivos – quando aquilo que buscamos se manifesta imprevistamente; e a regra da coerência – que é o efeito que um fator produz sobre outro.

21 – Cinco fatores que afastam as pessoas do Princípio da Ordem Espontânea

Tentativa e erro – Nosso despreparo para lidar com fracassos temporários.

Falta de foco – não saber o que queremos da via

Busca de estabilidade – O medo causado pela insegurança de tentar o novo.

Falta de persistência – nossa incapacidade de persistir durante o tempo necessário.

Falta de consistência – nossa incapacidade de nos adaptar a realidades distintas, mantendo nosso propósito.

22 – Qual o segredo da persistência

O autor nos diz que o segredo da persistência está no sentido que está por detrás do propósito que temos na vida, e não no propósito em si. “Se, por exemplo, você possui o desejo de atingir um propósito, mas não existe um sentido por detrás desse propósito que o alimente, você irá desistir no primeiro obstáculo ou oposição que enfrentar. A felicidade sempre está no sentido, e nunca no propósito em si.

Em breve pela Lua de Papel – Madre Teresa CEO

Madre Teresa CEO aponta os princípios de gestão da freira que comandou uma das maiores empresas do mundo.

Livro de Ruma Rose e Lou Faust, editado pela Lua de Papel, chega às livrarias em fevereiro.

Esta é uma história incrível de nossos tempos: Uma organização, criada por uma empreendedora e doze colaboradoras fieis, com apenas 500 rúpias em caixa e que se tornou um dos maiores empreendimentos do mundo. Atualmente, presente em mais de cem países, possui mais de um milhão de membros, aplica anualmente bilhões de dólares e é uma das marcas mais conhecidas da história.

A empresa, Missionárias da Caridade, foi criada e comandada pela religiosa albanesa Madre Teresa por 47 anos. A Madre, uma mulher franzina, que media um metro e meio, criou uma organização mundial em prol dos mais pobres, utilizando técnicas que hoje poderiam ser aplicadas em qualquer tipo de organização.

Como o livro surgiu?

Ruma Rose sempre admirou o trabalho de Madre Teresa. Nascida e criada no Canadá, desde pequena ouvia histórias dessa mulher que abriu mão de tudo para ajudar aos mais necessitados e, aos 19 anos, antes de iniciar a universidade, voluntariou-se na ordem Missionárias da Caridade em Calcutá. Durante um ano ela conviveu com Madre Teresa. Neste período Ruma observou como Madre Teresa comandava com pulso firme e competência uma instituição que lidava com voluntários de todas as partes do mundo e que, apesar de ser um serviço social, precisava haver comprometimento com seus  objetivos. Passados 20 anos dessa experiência, ela percebeu como sua vida tinha sido influenciada pelo tempo na ordem: escolhas, direções, visão, adminstração de conflitos, etc.

Então convidou Lou Faust, que se entusiasmou com o projeto e juntos prepararam um perfil com os princípios de sucesso da organização, que surge como um manual de gestão contemporânea para profissionais de todos os ramos.

Em Madre Teresa CEO, Ruma Bose e Lou Faust apresentam oito princípios básicos de gestão de Madre Teresa e que podem ser aplicados em todo tipo de empresa, seja ela privada, governamental ou não-governamental. São eles: sonhe simples, mas fale com força; aprenda a lidar com o diabo para chegar aos anjos; espere e saiba escolher o momento certo; acolha o poder da dúvida; aja com disciplina; fale uma língua que as pessoas possam entender; preste atenção até mesmo no menor dos funcionários; use o poder do silêncio.

“Sempre considerei Madre Teresa um dos meus modelos de vida, pois ela entendeu e demonstrou através da sua existência que a liderança real tem origem na alma. Essa análise da grande compaixão, dignidade, empatia e amor de Madre Teresa é uma meditação profunda a respeito do que significa ser um líder de verdade.” – Deepak Chopra, autor de The Soul of Leadership (A alma da liderança)

“As habilidades de liderança únicas de Madre Teresa são uma revelação. Enquanto lia, espantava-me ao reconhecer as lições simples e poderosas que estes oito princípios podem nos ensinar. Extraordinário.” – Jim Mccann, fundador e CEO da 1-800-flowers.comcelebrations.com

“O empreendedorismo não consiste em criar uma empresa, mas em criar um estado de espírito. Bose e Faust realizam a missão estupenda de demonstrar a mentalidade empreendedora de Madre Teresa enquanto ela ações de Caridade em todo o mundo.” – Leonard A. Schlesinger, CEO da Limited Brands

“Quem poderia imaginar que uma freira albanesa estabelecida nas favelas de Calcutá criaria uma das organizações mais reconhecidas do mundo? Leitura obrigatória para os leitores interessados nas possibilidades extraordinárias que uma pessoa pode realizar com visão, paixão e determinação.” – Melanie Schnoll Begun, diretora da Morgan Stanley Smith Barney Philanthropic Services

Ficha Técnica

Título: Madre Teresa CEO

Autores: Ruma Bose e Lou Faust

Formato: 14×21

Nº de páginas: 128

Preço: 19,90

Sobre os autores

Ruma Rose é empreendedora em série, investidora e consultora, com experiência de quinze anos no setor de bens de consumo. Atualmente, é presidente e co-CEO da Sprayology, empresa inovadora do setor de medicamentos homeopáticos e vitaminas. Entre 1992 e 1993, Bose trabalhou com Madre Teresa e as Missionárias da Caridade em Calcutá. Ela se envolve ativamente em atividades de filantropia e participa de diversos conselhos de entidades não lucrativas.

Lou Faust é homem de negócios e consultor, com trinta anos de experiência empresarial, incluindo dez anos em Wall Street, como diretor-executivo e chefe de operações globais do banco Salomon Brothers. Ele é sócio-diretor e fundador da Edge Capital Partners, que oferece assessoria estratégica para empresas em desenvolvimento.

Confiram os vencedores da nossa Promoção de Natal

Após muito tempo escolhendo entre todas as frases criativas que recebemos, conheçam os três vencedores da Promoção de Natal da Lua de Papel.

A Lua de Papel pode me fazer viver um Amor fora de hora com A promessa de que serei aquela que verá o mundo de uma forma Sensitiva depois de mergulhar nas letras de seus livros. Para transformar minha Noite feliz não é necessário haver uma Guerra dos Tronos,  até porque isso seria um Desastre. Basta somente ter os livros mais preciosos em mãos e Umas duas Amigas do ioga para compartilhar as histórias que fazem bater mais forte o Coração dos heróis. Cansei de ser A menina que não sabia ler e passei a fazer parte do Estranho mundo de Zofia. Eu sei que nunca serei A vidente nem nunca terei a Visão do além, mas sou Intuitiva o bastante para sentir que esta minha Noite feliz será cheia de livros da Lua de Papel.

Danielle Barbosa

Conforme mais velhos ficamos, menos o Natal nos empolga e nos envolve com a aqueeeela mágica que sentimos quando somos crianças. Mas a Lua de Papel pode fazer com que a minha NOITE não seja apenas FELIZ, mas também supreendente, envolvente, inesquecível… e porque não dizer MÁGICA? Com todos aqueles títulos incríveis presentes na editora, é exatamente assim que nos sentimos ao ler tais livros, pois eles nos surpreendem, nos envolvem e se tornam inesquecíveis! E isso sim é mágico!

Juliana Rodrigues

A Lua de Papel pode fazer minha noite feliz me dando um amigo. Ou vários.

Amigos que têm muito o que dizer, mesmo que não saibam falar. Amigos que nos entendem, mesmo que, incrivelmente, nem possam nos ouvir. Amigos que conseguem nos entreter por horas e horas e que nos fazem rir quando estamos tristes. Ou amigos que procuramos quando queremos estar com alguém… mas estar sozinhos ao mesmo tempo.
Amigos que nos emocionam, que nos tocam, que nos ensinam, e que nós não temos ciúmes de dividir com ninguém: muito pelo contrário. Quanto mais dividimos esses amigos, mais amizades fazemos.
Livros com certeza farão minha noite feliz e, convenhamos… desses amigos de tinta e papel a Lua de Papel entende. E muito!

Juliana Giacobelli

Parabéns a todos os que participaram! E peço que as donas das frases vencedoras mandem seus endereços e títulos dos livros da sua escolha para leyabrasil@gmail.com.

Obrigada!

Um Feliz Natal para vocês!

Promoção de Natal Lua de Papel

Mais um ano se passou e a Lua de Papel só tem motivos para comemorar.

Trouxemos para vocês, Hannah Howell, Charlaine Harris, Richard Paul Evans e tantos outros sucessos do mercado internacional. Lançamos obras que falaram de amor, sucesso, negócios e religião, atraindo o público para a leitura. Por isso, nada melhor que encerrar esse ano com uma super promoção!

Curtam a nossa FanPage no Facebook e deixe na postagem de lá a sua resposta a nossa pergunta:

O que a Lua de Papel pode fazer para transformar sua Noite Feliz?

Para comemorar o ano que chega, com mais sucessos para vocês, serão premiados as 3 frases mais criativas. O 1º ganhador irá ganhar 12 (doze) livros da Lua de Papel, o 2º e 3º ganharão 6 (seis) livros cada um.

Não percam essa chance e participem! A promoção vai ficar no ar até dia 09 de janeiro!

Boa sorte a todos!

Lançamento de Padre Juarez foi notícia no Bom Dia São Paulo

Confiram um pouco do lançamento do novo livro do Padre Juarez de Castro – As mais belas orações para falar com Deus - que foi no último dia 30, na Saraiva do Shopping Center Norte.

Venha se emocionar com o lançamento do novo livro do Pe. Juarez de Castro!

Não perca a tarde de autógrafos do Pe. Juarez de Castro, lançando o livro As mais belas orações para se falar com Deus.

Confira um trecho de Investimento a Prova de Crise

Como saber o que é um investimento certo? Será que é o momento certo para investir aquele seu dinheiro guardado?

Descubra nas dicas de Marcos Silvestre:

  • Saiba como ganhar até seis vezes mais com a mesma segurança da Poupança.
  • A forma mais garantida para enriquecer de verdade é aprender a multiplicar o dinheiro que você tem. Em “Investimentos à Prova de Crise” eu apresento o caminho passo a passo para ganhar até seis vezes mais com a mesma segurança da Caderneta de Poupança. Agora eu quero lhe mostrar – na ponta do lápis – quanto o investidor pode conseguir de rentabilidade diferenciada aplicando nos títulos do Tesouro Direto ou nas ações via Home Broker, ao invés de ficar somente no tradicional, como a Caderneta de Poupança, CDBs e fundos de bancos. Sem abrir mão de segurança, você verá que é altamente compensador buscar por um ganho diferenciado nos seus investimentos.A Caderneta de Poupança paga cerca de 0,60% de rentabilidade nominal todo mês. Como a Poupança não cobra Imposto de Renda ou qualquer outra taxa, podemos dizer que estes 0,60% são rentabilidade líquida, no bolso. Mas… como a inflação leva cerca de 0,50% do poder de compra do dinheiro todos os meses, restam portanto 0,10% de rentabilidade real para a Caderneta por mês. Isso é aquilo que, na realidade, o aplicador da Caderneta terá ganho de fato,é o quanto ele terá enriquecido durante um mês de aplicação.Já um título do Tesouro Direto pode pagar algo próximo de 1% ao mês, mas descontando-se algumas pequenas taxas cobradas, o IR e a inflação, ficamos com 0,30% de rentabilidade real líquida ao mês, para quem aplicar nas LFTs, LTNs e NTNs. Isto parece pouco, mas já é trêsvezes mais que a Poupança!No entanto, ao aplicar em ações de boas empresas brasileiras, no longo prazo, o investidor poderá ganhar 1,30%. Só que, abatendo-se taxas, IR e inflação, a rentabilidade líquida real ficaem 0,60%. Pode não parecer tanto, mas isso já equivale seis vezes a rentabilidade da Poupança. Agora, estas rentabilidades podem lhe parecer muito pequenas porque estão aí colocadas apenas em uma base mensal. Mas quem investe para acumular boas reservas financeiras erealizar sonhos sabe que não adianta aplicar seu dinheiro por um único mês, ou por alguns poucos meses. É aí que entra em ação o incrível conceito da rentabilidade líquida real acumulada nos investimentos ao longo do tempo.Veja este exemplo: se você investir R$ 200 por mês na Poupança durante cinco anos, ao final do período terá o equivalente a R$ 12,4 mil corrigidos monetariamente para valores da época (ouseja, seriam R$ 12,4 mil em valores de hoje, mas daqui a três anos estarão devidamente corrigidos para inflação, para resguardar o verdadeiro poder de compra do dinheiro aplicado).No entanto, o mesmo dinheiro, se investido em títulos do Tesouro Direto, resultará em R$ 13,2mil. Isso já dá 6,5% a mais que a Poupança, com exatamente a mesma segurança! Já, se a aplicação for destinada para ações de boas empresas brasileiras, o total acumulado será de R$14,5 mil, ou seja, um ganho diferencial de 17% ou R$ 2 mil “limpinhos” a mais no bolso. E isso,mais uma vez, com segurança perfeitamente equiparável à da Caderneta.Agora, é no longo e prazo que a rentabilidade líquida real acumulada mostra sua plena força.Imagine alguém que deseje acumular um bom pé-de-meia para a aposentadoria. Então, quando começa a trabalhar – aos 20 anos – este investidor começa a aplicar R$ 200 todos os meses na Caderneta. Quando se aposentar aos 65 anos, terá acumulado R$ 143 mil corrigidos em valoresda época.Mas se optar por títulos públicos, com o mesmo esforço investidor mensal de R$ 200 esta reserva pode chegar R$ 270 mi ou quase o dobro da Poupança. No entanto, se destinado a ações de boas empresas brasileiras, este dinheiro pode chegar a R$ 860 mil atualizados paravalores da época, ou seja, seis vezes mais que a Poupança, com a enorme segurança de investir apenas em blue chips, comprando somente as ações mais nobres do mercado brasileiro.Por isso compensa tanto aprender a ganhar uma rentabilidade diferencial nos investimentos mais dinâmicos, feito o Tesouro Direto e o Home Broker! Sem abrir mão de praticidade esegurança, o aplicador pode incrementar (e muito!) seus ganhos líquidos reais. O diferencial de“Investimentos à Prova de Crise” é que, além de explicar os detalhes que verdadeiramente interessam sobre as principais aplicações financeiras dinâmicas, eu mostro passo a passo o que você deve fazer para aplicar e colher seu potencial enriquecedor! Trata-se de um livro realmente prático, para que você possa começar a investir imediatamente após terminar a leitura. Boa leitura… e bons investimentos!

    Onde você pode adquirir o livro:

    Se você tiver uma livraria e quiser colocar esse e outros produtos no seu estoque, entre em contato conosco pelo email – leyabrasil@gmail.com



    Confira um trecho de Ninguém Enriquece por Acaso

    Conheça um pouco do nosso lançamento de outubro e descubra porque, segundo Jacob Pétry, genialidade e riqueza não acontecem por acaso.

    A onda dos caminhos fáceis apoiados no pensamento positivo e na lei da atração revela, em pouco tempo, sua fragilidade, apesar de continuar atraindo tanta gente. Em 2001, logo após o atentado ao World Trade Center, o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, temendo que o país caísse numa recessão, pediu aos americanos que fossem às compras. Cinco anos depois, no dia em que assumiu a presidência no lugar de Bush, já diante de uma das maiores crises recentes do país, Barack Obama também fez um apelo ao povo americano. Diferente de seu antecessor, Obama pediu sacrifício à nação e disse que era hora de cada um dar o melhor de si. Os conceitos estabelecidos nessas duas formas de apelo delineiam duas maneiras tradicionais do comportamento humano. Uma é a busca de soluções impulsivas, superficiais e simples, que desconsideramos efeitos de longo prazo. A outra é o caminho mais duro e desafiador, que exige enorme concentração de esforços de nossa parte e prevê, ainda no presente, os resultados que teremos lá adiante. Há anos, temos usado esses mesmos princípios na explicação do sucesso. Assim como Bush, a maioria das pessoas é incapaz de resistir à tendência natural de optar pelo caminho mais fácil, sem considera as consequências em longo prazo. Poucos são os que se entregam ao sacrifício, dando o melhor de si agora em prol de benefícios futuros. Ultimamente, porém, o problema se agravou ainda mais. Por um estranho motivo, autores passaram a ignorar por completo a segunda tendência, passando a explicar o sucesso inteiramente através da primeira. Se analisarmos a literatura que trata a questão do sucesso, veremos que há duas correntes em moda, e ambas integram a tendência da linha de Bush. De um lado, há um grupo que diz que tudo depende do acaso, que estamos à mercê de circunstâncias que estão fora do nosso controle; de outro, há o grupo que prega princípios como a lei da atração. Para estes, tudo é possível e depende exclusivamente de nós; basta, para isso, atrair as coisas certas com o poder do pensamento. O problema desses dois conceitos é que eles estão nos afundando num oceano de comodismo, frustração e fracasso. O primeiro conceito nos aniquila pelo seu determinismo. Se tudo depende do acaso ou da sorte, então, não há o que fazer a não ser esperar para ver o que acontecerá. Afinal, se formos os escolhidos, as coisas acontecerão automaticamente. Se não, pouco adiantará nos empenhar. O segundo conceito peca por seu positivismo irrealista. De acordo com O Segredo, um dos livros mais vendidos no mundo nos últimos anos, que representa a essência dessa linha de pensamento, comer, por exemplo, não engorda; o que engorda é o pensamento. Se você comer como um elefante, e continuar engordando, problema não é a comida, é o seu pensamento que está errado. Ou seja: a falta de vontade para fazer dieta e exercícios físicos não é o problema, o problema é como você pensa. Basta olhar para a biografia dos gênios de qualquer época, para ver que genialidade é uma qualidade desenvolvida com esforço, disciplina e rigor. Os gênios descobrem em si uma habilidade natural e trabalham duro, durante longos anos, para desenvolver o que há de melhor nessa sua habilidade. Foi exatamente isso que levou Michelangelo a dizer que se as pessoas soubessem o esforço necessário para levá-lo aonde ele chegou, não o chamariam de gênio. Ou ainda, Thomas Edison a considerar que sucesso é noventa por cento de transpiração e dez por cento de inspiração. É verdade: os problemas no mundo real são ambíguos e quase sempre indefinidos, e o contexto está sempre mudando; regras e molduras raramente funcionam. Poucas vezes conseguimos prever o futuro com exatidão. É claro que a qualidade dos nossos pensamentos é fundamental, mas o sucesso é um caminho que precisa ser construído entre as rochas da imprevisibilidade. Para construí-lo, precisamos de uma energia otimista, mas sem o sacrifício da ação prática, que faz com que exploremos o melhor que há em nós, ir às compras quase sempre é a pior coisa que podemos fazer.

    Um entendimento definitivo sobre os gênios que vai mudar o rumo da sua história: “Há uma genialidade em cada um de nós esperando para ser desenvolvida”. Por que algumas pessoas têm uma incrível capacidade de ver oportunidades e outras não conseguem ver nada além de obstáculos? Este livro trata de uma ideia bem simples: se gênio é alguém com habilidade e perspicácia para encontrar uma solução simples para um problema incomum, todos podemos desenvolver a genialidade em algum campo. Ninguém enriquece por acaso mostra que a genialidade não é privilégio dos bem-nascidos, mas resultado de uma atitude mental diferenciada. Pessoas geniais não são favorecidas por oportunidades ocultas; pelo contrário, elas buscam seu espaço. Um gênio, além de desenvolver seu talento, consegue, por sua atitude mental, agrupar em torno de uma ideia um estado de espírito que conspira em prol dessa ideia. Em outras palavras, toda genialidade que nos conduz à riqueza começa com uma simples ideia; mas é preciso mais que uma ideia para desenvolver a genialidade. Essa ideia precisa ser germinada em um contexto, e esse contexto pode ser criado. Por meio de exemplos práticos (como Steve Jobs, Michelangelo, o criador da Sony e o do Google e muitos outros gênios reais e impressionantes da humanidade) e comprovações com base científica, Ninguém enriquece por acaso mostra que nossa herança genética e cultural não é necessariamente, fator determinante na composição daquilo que somos. Estruturado sobre a fé inabalável de que é possível mudar; de que as pessoas são capazes de transformar radicalmente suas vidas; e de que todos nós somos mais fortes, mais inteligentes e mais capazes do que imaginamos, Jacob Pétry nos mostra o caminho possível para a genialidade, revelando que o que diferencia as pessoas que obtêm resultados extraordinários são princípios simples e óbvios, mas ignorados pela maioria. O objetivo deste livro é estimular você a mudar sua postura diante da vida; a olhar para si mesmo; e a compreender como é possível alterar os resultados que obtemos ao longo dos anos. Eis os estágios apresentados pelo autor: A lição de George Bush. Entenda por que o sucesso não é privilégio de alguns, e sim uma semente que todos podemos preparar e cultivar. Você já se perguntou por que algumas pessoas muito inteligentes não conseguem sucesso profissional, enquanto outras, consideradas menos inteligentes, surpreendem?  Qual é o segredo dessas pessoas? Jacob Pétry inicia seu livro nos mostrando que a resposta está em três atitudes básicas: ser proativo, ter um propósito definido e desenvolver a disciplina diária para gerenciar suas ações a fim de realizar aquilo que você busca na vida. Este capítulo mostra como ter, não apenas um propósito, mas um propósito definido, focado, determinado e forte o suficiente para desafiar suas convicções e sua autoimagem. Autossugestão: o poder do monólogo interior. O grande duelo entre a nossa determinação e os vícios que habitam a nossa mente. Neste capítulo, você é convidado a perceber que entendemos o sucesso dos outros como um evento, quase como um fato instantâneo; que vemos esforço como sinônimo de falta de inteligência e talento, e assim passamos a acreditar que o sucesso tem algo de mágico. O poder de escolha. Mudando a realidade a partir da mudança de pensamentos e atitudes. No terceiro capítulo, você vai entender que a maioria de nós não consegue desenvolver seus potenciais porque encara o sucesso como resultado da perfeição. Na verdade, o sucesso é feito de erros, fracassos e imperfeições que, na maioria das vezes, nunca são completamente eliminados. Também vai entender que, quando acreditamos que para sermos reconhecidos e valorizados precisamos ser perfeitos, criamos um ressentimento interno, que nada mais é do que uma não aceitação de um fato que já aconteceu. Esperneando como uma criança diante do que não pode ser mudado, perdemos o rumo do sucesso. É aí que entra o poder da escolha: as circunstâncias em que nascemos têm pouco ou nada a ver com o nosso futuro. Elas podem influenciar de forma positiva ou negativa, mas a escolha é nossa. A invenção de nós mesmos. Como tornar-se o verdadeiro protagonista de sua história. Neste capítulo, o autor faz uma análise sobre o que define nossa personalidade e por que agimos da maneira como costumamos agir. Ao compreender esses dois pontos, você terá uma noção simples e clara de quem realmente é. Através de exemplos práticos, você vai compreender que a memória não é como um conjunto de arquivos no computador, pois vamos, involuntária ou inconscientemente, adicionando ou omitindo detalhes cruciais, alterando constantemente o conteúdo do que está armazenado. E da mesma forma que criamos uma história sobre os fatos e as circunstâncias que nos envolvem, também criamos uma história sobre nós mesmos. Se formos nossa própria criação, podemos nos reinventar e nos construir da forma como gostaríamos de ser. Neste capítulo aprendemos que, embora sejamos condicionados pelo nosso pensamento, somente o pensamento pode perceber nosso condicionamento e nos libertar dele.

    Desenvolva sua paixão. Focando nos seus pontos fortes para desenvolver seu verdadeiro talento. Este capítulo surpreendente traz algumas chaves importantes que vão mudar a sua forma dever as coisas. Você vai descobrir que corrigir suas fraquezas jamais o levará a um desempenho extraordinário. Vai ver que há uma grande diferença entre fazer algo que é agradável e fazer algo que, por meio da prática constante, aprendemos a executar bem. Talento não é mesmo que competência, pois talento é a capacidade de fazer uma coisa com facilidade natural superior à das demais pessoas. Você só desenvolve a sua genialidade quando foca no seu talento, na sua vocação natural. Finalmente, vai entender que, no processo de escolha, as emoções são muito mais importantes do que poderíamos imaginar. As melhores e mais acertadas decisões não passam apenas pelo racional, mas se deixam tocar por uma boa dose de impulso e emoção. A paixão verdadeira quebra todos os limites e fronteiras, porque é contagiante e magnética. A melhor aplicação para a razão está justamente depois da descoberta da paixão, como grande aliada para desenvolvê-la ainda melhor. O poder da percepção. A grande chave para mudar os efeitos do passado e do futuro e reinventar-se. Pessoas geniais entendem a forma como o cérebro se relaciona com as noções de tempo, eliminando dúvidas e angústias, como o pensamento negativo. Este capítulo nos coloca em contato com o poder da percepção, com a qual podemos mudar os efeitos do passado e do futuro sobre o presente. Assim, alterar nossa autoimagem, livrando-a das opiniões acumuladas no passado e mantidas na nossa memória. Através de conceitos surpreendentemente simples, você vai entender que tem poder de criar o concreto com o abstrato, o que também pode ser chamado de Fórmula Mágica da Riqueza. A irrefutável influência das relações. Quebrando o mito dos gênios solitários: o poder do plural. Nesta parte do livro, o autor nos mostra que a genialidade precisa da força que existe na interação de duas ou mais mentes, focadas no mesmo propósito. Se você estiver interessado em desenvolver sua própria genialidade, precisa aliar-se a energias que tenham um propósito em harmonia com o seu. O autor destrói a imagem do gênio isolado em seu casulo, capaz de ter suas ideias sempre sozinho. E mostra que as grandes invenções tecnológicas e inovações científicas e culturais são, na verdade, descobertas de equipe, resultado de redes de pessoas trabalhando em colaboração, em diferentes estágios, durante anos.

    O Princípio da Ordem Espontânea. Buscar algo intensamente e de forma determinada faz toda a diferença. Ao analisar a criação da rede social Facebook, o autor nos apresenta a Lei do Magnetismo: somos atraídos por pessoas que compartilham a nossa paixão. São encontros provocados por forças que, quase sempre, são o resultado de nossas escolhas. Mas a mesma força que une duas pessoas em torno do mesmo propósito provoca a separação quando esse propósito deixa de estar em perfeita harmonia. Você vai aprender que, quando uma pessoa deseja realizar um propósito tão intensamente que não hesita em colocar toda a sua vida em jogo, ela está forçosamente predestinada a realizá-lo, seja ele o que for. Trata-se do Princípio da Ordem Espontânea: você busca algo intensamente e, quando menos espera, no lugar em que menos espera e da forma como menos espera, atinge seu objetivo. Acidentes positivos são resultado desse princípio: são fenômenos que se manifestam apenas por meio da persistência; são criados ao longo de anos de esforço ou com extrema intensidade. O segredo da origem das riquezas. Detalhes que fazem a diferença na busca da riqueza. No último capítulo, Jacob Pétry nos abre os olhos para três detalhes importantes sobre as pessoas que alcançam o sucesso: – Elas têm uma autoestima livre de convicções que as deixem vulneráveis à opinião própria ou alheia; – São mais interessadas em aprender do que em ensinar; – Não culpam os outros por suas adversidades e seus contratempos, muito menos a si próprias. Sobre o autor: Nascido no Brasil, Jacob Pétry formou-se em filosofia, especializando-se na obra de KarlPopper. Depois de morar na Holanda e Espanha, radicou-se nos Estados Unidos. Ali, nos últimos anos, dedicou-se ao estudo de psicologia cognitiva e fenomenologia epistemológica, relacionando-as ao comportamento das pessoas que alcançam resultados extraordinários na vida. Entre os livros de sua autoria, destacam-se: O céu é de pedra, Ilusões rebeldes, As gêmeas e O óbvio que ignoramos.

    Poucas coisas na vida causam mais estresse do que a falta de dinheiro. Nenhum sentimento é mais universal do que o desejo de ficar rico. No entanto, poucas pessoas conseguem adquirir estabilidade financeira ao longo da vida. Por que ficar rico é tão difícil? Ninguém Enriquece por Acaso apresenta uma compreensão nova dos motivos que fazem com que uma pequena minoria pareça não ter limites para suas realizações enquanto muitos de nós dificilmente conseguem sair do lugar. Através da análise da vida de dezenas de pessoas que começaram do nada e construíram fortunas, Jacob Pétry desafia a crença de que a riqueza é resultado do acaso e beneficia alguns escolhidos. Por meio de histórias relatadas no livro, ele mostra que em todas as épocas pessoas comuns têm construído suas fortunas, e que qualquer pessoa pode mudara si mesma e transformar o seu destino. Nos 10 capítulos presentes no livro ele mostra, entre outras coisas, como a crença que você tem sobre suas possibilidades geralmente é equivocada. E como mudar isso. Neste livro, o autor não apenas nos convence de que o caminho para a riqueza pode ser explorado por qualquer um, mas também nos oferece as ferramentas necessárias para dar início a esse processo imediatamente.

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